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Configurar bem o Apache faz toda diferença

apache Configurar bem o Apache faz toda diferença Você tem um site? Ele roda no Apache? Então você precisa ler isso.

O Apache HTTPD seguramente é utilizado como servidor Web em pelo menos 70% da Internet. Ele foi criado em 1995 e é disponibilizado em versões para os sistemas operacionais Windows, Novell, OS/2Unix, Linux, FreeBSD, etc. Por ser Open Source, mais antigo e disponível para quase todos os sistemas operacionais garantiram ao Apache sua liderança na Internet.

Mesmo sendo o servidor mais utilizado, sua configuração não é tão simples, uma vez que ele permite uma gama muito grande de possibilidades.

Desta forma, configurar corretamente seu servidor Web do seu site, da sua loja ou blog é muito importante para:

  • Aumentar a velocidade de resposta do site -> Ranking melhor no Google
  • Configurar o HTTPS (site seguro -> O google penaliza os sites sem o cadeado)
  • Garantir que seu site está seguro contra invasores

Se você usa o APACHE HTTPD é muito importante saber configura-lo bem. Se você quer aprender mais sobre o Apache, conheça nosso curso de Apache Web Server e também nosso curso de Mod Security, que é o Firewall de Aplicação do Apache (para garantir que ninguém vai roubar seus dados, injetar coisas no seu banco de dados, ou simplesmente derrubar seu site).

Conheça também nossos cursos de Firewall Iptables e de Segurança em Linux

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SAMBA4 AD DC

Crie um servidor de arquivos com Linux

Criar uma rede interna com servidores para compartilhamento e a distribuição de arquivos, que permita impressão remota, e consiga conversar tanto com computadores usando Windows e Linux é uma tarefa mais simples do que parece. Mas para isso, você precisa conhecer o Samba.

Nesse post você vai saber um pouco mais sobre o servidor Samba, como ele funciona, e porque ele pode ajudar empresas e pequenas redes no compartilhamento de dados. Acompanhe:

O que é o Samba?

Samba é um software open source que funciona como servidor em sistemas Linux e Unix, e facilita o compartilhamento e a distribuição de dados em redes que também se comunicam com computadores usando Windows. Como é comum sistemas de TI trabalharem com plataformas criadas para Linux, o uso do Samba se torna essencial para que seja possível transferir arquivos e realizar impressões através da rede entre esses sistemas operacionais diferentes.

Ele foi criado em 1992 pelo australiano Andrew Tridgell quando ele sentiu a necessidade de montar um espaço de disco de um servidor Unix dentro do sistema DOS – do Windows – e desde então é atualizado pela comunidade open source com novas funcionalidades, mais segurança e melhor estabilidade.

O que o Samba faz?

De maneira simples, o Samba é responsável por serviços como:

  • Acesso de arquivos e serviços de impressão;
  • Autorização e autenticação de usuários;
  • Navegação no sistema de arquivos.

Mas além de suas funções básicas, o Samba recebeu atualizações para facilitar serviços que normalmente levariam muito tempo, como o uso do DHCP, que permite ao software enviar novas configurações de rede automaticamente para todos os dispositivos conectados, evitando assim a necessidade de configuração manual.

O sistema de rede do Samba trabalha com autenticação, de forma que é possível proteger arquivos ou pastas específicas usando autorização de usuários ou senhas. Quando um arquivo é colocado na rede, também existe a opção de compartilhar os dados com pessoas específicas (no modo share), onde a senha para o acesso é enviada somente a quem pode visualizar o arquivo.

O Samba também pode ser acessado através de um navegador web, o que é feito a partir de um sistema SWAT (Samba Web Administration Tool), que pode fazer uma ligação direta do servidor com um sistema do Windows Server, e também pode ser usado como FTP com o Ubuntu. Versões atualizadas, como o Samba 4, já dispensam o sistema de servidores da Microsoft e também funcionam como um Active Directory (AD) – uma das principais opções para ambientes que só trabalham com Windows – o que ser uma boa alternativa para cortar os custos de licenças caras.

As vantagens do Samba

O Samba é muito usado em redes que se comunicam com dispositivos que trabalham com versões do Linux voltadas a usuários comuns – como o Ubuntu – e que precisam trocar arquivos com o Windows. Podemos resumir as diversas vantagens de usar o sistema em alguns tópicos:

  • É de graça: por ser um software livre, o Samba trabalha com uma licença que permite seu uso completo gratuitamente, independente do tamanho da empresa ou servidor;
  • É aberto: por fazer parte da iniciativa open source, o Samba permite grandes alterações no código, fazendo com que ele seja mais aberto a novas funcionalidades;
  • Conversa com diferentes sistemas operacionais: a característica mais básica do Samba é promover a troca de arquivos entre diferentes sistemas;
  • Permite o controle de acesso: o Samba permite a criação de usuários – ou grupos de usuários – que podem criar e acessar arquivos específicos controlados por senha.
  • Pode ser usado como FTP: no Ubuntu, o Samba pode ser usado como um servidor FTP para o controle de arquivos remotamente.

Para que seja possível aproveitar ao máximo a capacidade do Samba, é necessário entender bem como ele funciona e como explorar seu potencial. Por isso, antes de trabalhar com esse sistema é importante que a equipe de TI faça um curso e esteja bem preparada para as possibilidades que o Samba pode trazer.

Quer aprender mais sobre o Samba? Conheça nosso curso e descubra diversas possibilidades!

Ainda, aprenda muito mais sobre Linux em nosso curso online. Você pode fazer a matrícula aqui com trial de 7 dias grátis. Se você já tem uma conta, pode acessar aqui.

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There Are Only 3 Ways To Earn Money – The Results Guy – Medium

Quanto ganha um profissional certificado em Linux?

Por que se tornar um profissional Linux?

É uma profissão desafiadora, para quem gosta de infraestrutura e gosta de montar todos os serviços que hoje são oferecidos na Internet. Grandes empresas como Facebook, Netflix e Google são baseadas no Linux e o utilizam como arcabouço de todos os serviços que proveem aos seus usuários.

É divertido ver o espanto das pessoas quando descobrem que quase toda a população deste planeta azul usa o Linux todos os dias, na sua versão embarcada nos celulares Android e iPhone (Unix Like). Também não é exagero dizer que 95% da Internet funciona no Linux.

Então ser um profissional Linux é saber desenhar, criar, instalar, configurar e manter praticamente tudo que envolve tecnologia.

Na era da núvem, Amazon AWS, Azure, Google Cloud, Kubernets e contêineres, torna-se mais imperativo para um profissional de TI, analista de sistemas, desenvolvedor ou analista de suporte conhecer bem o Linux e as várias possibilidades que ele propicia.

Falando de Brasil, nesta crise toda em que passamos, faz muito sentido as empresas trabalharem com Software Livre, principalmente livre de licenças caras.

Como é o mercado de Linux no Brasil ?

O mercado de Linux é fabuloso. O maior site de empregos em tecnologia dos Estados Unidos dice.com ranqueou o que mais as empresas pedem ao preencher um formulário de vaga. Conhecimentos de “Open Source” aparece em segundo lugar, perdendo apenas para um bacharelado em “ciência da computação”.

Termos como “Docker”, “NoSQL”, e “LAMP” (Linux, Apache, Mysql e Phpadmin) aparecem nos requisitos mais procurados pelos empregadores.

Captura-de-Tela-2017-05-04-às-16.02.54 Quanto ganha um profissional certificado em Linux?

No Brasil não é diferente. O termo “Linux” aparece em 32 vagas no site Cathoo enquanto escrevo esse post. No vagas.com são 125 vagas de Linux. No site manager.com são 411 vagas em aberto. No Ceviu são 429 vagas. E no site especializado em TI, o indeed, são 1.053 vagas. No dice.com são 11 mil vagas. Isso só usando o termo “Linux”. E é claro que se você usar outros termos correlatos, como “cloud”, “infra”, “redes”, “oracle”,”mysql” e outros tantos softwares que rodam no Linux, a quantidade de vagas aumenta muito.

Captura-de-Tela-2016-11-09-às-18.31.47 Quanto ganha um profissional certificado em Linux?
Captura-de-Tela-2016-11-09-às-18.31.53 Quanto ganha um profissional certificado em Linux?
Captura-de-Tela-2016-11-09-às-18.32.01 Quanto ganha um profissional certificado em Linux?
Captura-de-Tela-2016-11-09-às-18.32.08 Quanto ganha um profissional certificado em Linux?

Quanto ganha um profissional certificado Linux?

Isso pode variar de qual cidade estamos falando e naturalmente do porte da empresa. Grandes centros do sudeste, como São Paulo, rio de Janeiro e Belo Horizonte, o salário médio pode variar de 3.000 à 13.000,00, dependendo também logicamente da bagagem profissional.

Podemos afirmar que na média, um profissional formado, com certificação LPIC ou CompTia está ganhando na média de 5000-8000. Nada mal para alguém que ainda não exerce funções de gerenciamento, supervisão ou chefia. Se tiver ainda um MBA ou pós-graduação, a remuneração melhora.

Pesquisas também apontam que o salário de um profissional formado com certificação é pelo menos 18% maior que um que não tem a certificação, e 75% dos profissionais que se certificaram conseguiram um aumento de salário logo após obter a certificação.

Se o profissional for optar por ser um consultor, as chances de conseguir mais trabalho e com pagamento melhor aumenta drasticamente se o profissional é certificado. Pois isso dá segurança ao contratante que ele não vai perder seu tempo e investimento.

Captura-de-Tela-2018-09-25-às-22.09.56 Quanto ganha um profissional certificado em Linux?

Como posso começar?

Se você ainda for estudante de sistemas de informação, computação e cursos afins, indico você começar com a certificação da LPI básica, chamada “Linux Essentials”.

Essa certificação é para quem ainda está no estágio “junior” da carreira, entende pouco de Linux e também tem pouca grana para investir na prova.  A prova do LPI Essentials custa US$ 50 e pode ser feita pelo Pearson Vue em várias cidades pelo país.  Ela testa seus conhecimentos básicos em Linux e pode te ajudar muito a conseguir um bom estágio, programa de treinee ou um emprego na faixa de -1500-2500 reais.

Se você já é formado, ou já tem uma certa bagagem, ou está disposto a dar um passo melhor para se firmar no mercado, a melhor opção é você estudar para as provas da “CompTIA Linux+ Powered by LPI”.

Basicamente são duas provas, a LX0-103 e LX0-104. Cada prova custa US$206.00 e se você passar nas duas será certificado CompTIA Linux+ e também LPIC-1. São dois certificados, de duas empresas certificadoras com apenas duas provas.

Porque são duas provas? Bem, a resposta oficial é que o conteúdo é extenso demais para se adequar em uma prova somente. Mas naturalmente podemos pensar que simplesmente “é melhor para os negócios” termos duas provas. Mas vale a pena? Sim. Você vai saltar de um salário na faixa de R$2000,00 para um salário na faixa de R$ 6000,00.

Depois, se você quiser (e recomendo muito que você queira), seguir na carreira Linux, recomendo você fazer as provas para o LPIC-2, com as provas 201 e 202 do Linux Professional Institute (LPI). Com isso você passará para um salário na faixa de 7000-8000.

Se você quiser prosseguir, poderá fazer as provas para o LPIC-3. Neste nível você pode escolher em que você quer especializar. Pessoalmente não recomendo muito. Acredito valer muito mais a pena com um sólido conhecimento em Linux você se especializar nos grandes players de Cloud Computing, como a Amazon AWS, o Azure da Microsoft e o Google Cloud, já que dificilmente as empresas estão investindo em infra-estrutura próprias, com backup, energia, geradores, redundância de links e por ai vai. É muito mais barato e simples migrar para a nuvem. Mas isso requer um profissional treinado em lidar com os recursos da Nuvem, bem como o Linux.

E de nada adianta partir para nuvem sem ter conhecimentos em Linux, pois no fundo, ele estará lá, esperando por profissionais habilidosos e experientes.

Quanto tempo leva?

Isso depende só de você. Tem gente com bagagem consegue estudar para cada prova em uma semana, estudando 4 horas por dia. Se você tiver alguma experiência, mas não muita, pode estudar em 20 dias para cada prova. E se não tiver experiência alguma, ai você pode levar 2 meses para cada prova.

Nosso site de aulas tem uma agenda online, que você diz quanto tempo tem por semana para estudar e ele calcula quanto tempo você levará para vencer o conteúdo.

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caixa curso

Procurando um bom emprego?

E se eu te disser que em um ano ou menos você pode ter um salário de no mínimo R$ 2.000,00 e dependendo do seu esforço e dedicação seu ganho pode ultrapassar os R$10.000,00.

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ubuntu logo14

Como atualizar seu Debian/Ubuntu

Você conhece o comando apt-get ?

O comando apt-get (Advanced Package Tool) é um gerenciador avançado de pacotes. Ele pode utilizar arquivos locais ou remotos para realizar instalação ou atualização de pacotes. Desta maneira é possível atualizar todo o sistema Debian via ftp ou http. Este gerenciador também mantém informações dos pacotes e suas dependências.

Devido a sua facilidade de operação, o apt-get é o método preferido para se manipular pacotes. Este utilitário oferece dezenas de opções configuradas no arquivo /etc/apt/apt.conf.

O arquivo /etc/apt/sources.list contém os locais onde o apt-get encontrará os pacotes, a distribuição verificada (stable, testing, unstable, Woody, Sarge) e a seção que será copiada (main, non-free, contrib, non-US).

Abaixo um exemplo simples de arquivo /etc/apt/sources.list com explicação das seções:

deb http://www.debian.org/debian stable main contrib non-free

deb http://nonus.debian.org/debian-non-US stable non-US

No arquivo /etc/apt/apt.conf podemos especificar opções que modificarão o comportamento do programa apt-get durante a manipulação dos pacotes.

O apt-get utiliza uma lista de pacotes para verificar se os pacotes existentes no sistema precisam ou não ser atualizados. A lista mais nova de pacotes é copiada através do comando apt-get update.

O apt-get é muito útil, pois o administrador não precisa copiar manualmente da Internet o pacote que deseja instalar, muito menos lidar com as dependências, desde que o que ele precisa esteja nos repositórios indicados no sources.list.

As opções mais frequentes deste utilitário são:

-d: Baixa os arquivos, mas não instala. É útil para baixar grandes volumes de pacotes para posterior instalação;

-s: Simula a instalação dos pacotes, mas não realiza modificações;

-y: Responde afirmativamente por todas as perguntas feitas durante o processo de instalação/desinstalação dos pacotes.

Os comandos mais frequentes são:

  • dist-update: Este comando faz a atualização automática do sistema Debian;
  • install: Este comando instala um determinado pacote especificado pelo nome;
  • remove: Este comando remove um determinado pacote especificado pelo nome;
  • update: Este comando faz uma lista de todos os pacotes disponíveis. O processo é feito automaticamente antes de qualquer modificação nos pacotes;
  • upgrade: Este comando é utilizado para fazer uma atualização segura do sistema, pois ele não instala pacotes que podem causar algum conflito ou falha nos arquivos de configuração.

Exemplos:

# apt-get install airsnort

Instala o pacote airsnort.x.y.deb. Este comando aceita instalar mais de um pacote separando os nomes por espaços. Somente é preciso especificar o nome do pacote, sem a versão (X), revisão (Y) e sufixo (.deb).

Se for preciso, o apt-get irá instalar automaticamente as dependênciasnecessárias para o funcionamento correto de um pacote.

O apt-get pode atualizar toda a sua distribuição de uma forma inteligente e segura. Ele lê a listagem de pacotes disponíveis no servidor remoto, verifica quais estão instalados e suas versões e atualiza os pacotes antigos.

# apt-get upgrade

A cópia dos arquivos poderá ser feita via ftp, http, cópia local dos arquivos no disco rígido ou CD-ROM

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QC 1373

Como criar atalhos de teclado no Linux

Você conhece o comando Alias ?

Uma facilidade importante do shell é a possibilidade de criarmos apelidos ou atalhos para os comandos. Ele pode ser utilizado para simplificar comandos com muitas opções ou executar diversos processos em sequência.

O alias cria estes atalhos:

# alias psuira=’ps aux |grep uira’

# psuira

root  1200      0.0     1.3       5040       1752       ?             S    10:17       0:00 sshd: [email protected]/4

uira  1201      0.0     1.3       2872       1656       pts/4       S    10:18       0:00 -bash

root  2657      0.0     0.4       1764       552         pts/4       S    21:19       0:00 grep uira

Neste exemplo o apelido psuira corresponde aos comandos ps aux | grep uira.

A lista de apelidos pode ser exibida com o comando alias sem nenhum parâmetro:

# alias

alias +=’pushd .’

alias -=’popd’

alias ..=’cd ..’

alias …=’cd ../..’

alias beep=’echo -en “\007”’

alias dir=’ls -l’

alias l=’ls -alF’

alias la=’ls -la’

alias ll=’ls -l’

alias ls=’/bin/ls $LS_OPTIONS’

alias ls-l=’ls -l’

alias lsw=’ls -l |more’

alias md=’mkdir -p’

alias o=’less’

alias psuira=’ps aux |grep uira’

alias rd=’rmdir’

alias rehash=’hash -r’

alias unmount=’echo “Error: Try the command: umount” 1>&2; false’

alias which=’type -p’

alias you=’yast2 online_update’

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lamp stack

LAMP em 2 Minutos

Linux + Nginx + Mysql + PHP + PhpMyAdmin em 2 minutos

Crie um servidor Linux com servidor web Nginx, base de dados Mysql e PHP em menos de 2 minutos.

Comandos utilizados

curl -fsSL https://get.docker.com/ | sh

sudo systemctl enable docker.service

sudo systemctl start docker

curl -L “https://github.com/docker/compose/releases/download/1.9.0/docker-compose-$(uname -s)-$(uname -m)” -o /usr/local/bin/docker-compose

chmod +x /usr/local/bin/docker-compose

mkdir LEMP

cd LEMP

mkdir logs

touch logs/nginx-access.log

touch logs/nginx-error.log

mkdir mysql

mkdir nginx

mkdir html

docker-compose up -d

Arquivo docker-compose.yml

nginx:

    image: tutum/nginx

    ports:

        – “80:80”

    links:

        – phpfpm

        – mysql

    volumes:

        – ./nginx/default:/etc/nginx/sites-available/default

        – ./nginx/default:/etc/nginx/sites-enabled/default

        – /Users/uiraribeiro/Documents/learnlinux/public_html:/usr/share/nginx/html

phpfpm:

    image: php:fpm

    ports:

        – “9001:9000”

    volumes:

        – /Users/uiraribeiro/Documents/learnlinux/public_html:/usr/share/nginx/html

    links:

        – mysql

mysql:

  image: mariadb

  environment:

    MYSQL_ROOT_PASSWORD: admin

  volumes:

        – ./mysql:/var/lib/mysql

phpmyadmin:

  image: phpmyadmin/phpmyadmin

  restart: always

  links:

    – mysql

  ports:

    – 8181:80

  environment:

    MYSQL_USERNAME: admin

    MYSQL_ROOT_PASSWORD: admin

    PMA_ARBITRARY: 1

Arquivo nginx/default

server {

    listen  80;

    root /usr/share/nginx/html;

    index index.php index.html index.html;

    server_name 127.0.0.1;  # TROQUE O SEU IP AQUI

    location / {

        try_files $uri $uri/ /index.php$is_args$args;

    }

    location ~ \.php$ {

        fastcgi_split_path_info ^(.+\.php)(/.+)$;

        fastcgi_pass phpfpm:9000;

        fastcgi_index index.php;

        fastcgi_param SCRIPT_FILENAME $document_root$fastcgi_script_name;

        include fastcgi_params;

    }

}

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Conheça o Docker

Entregue software de forma agil e transparente de forma ridiculamente fácil

  • Como entregar software sem dor ?
  • Como garantir que o software que roda em desenvolvimento vai rodar em produção?
  • Como criar um ambiente em desenvolvimento que tenha a infraestrutura de produção sem ”duplicar” a estrutura e os custos?
  • Como garantir que as várias camadas e peças de software funcionem bem?
  • Como garantir que sistemas complexos de web, notificações, cachê, loadbalance, banco de dados relacional, NoSQL, Redis, Memcache, Python, Php, Java e Rubi trabalhem juntos de forma simples?
  • Como acabar com a velha máxima de ‘mas aqui rodou sem problemas’?

Se você alguma vez esbarrou nestas perguntas, você precisa assistir este vídeo!

Esta apresentação tambémé está disponível no Slideshare

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