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As 7 Principais Ferramentas no Kali Linux para Pentest

Não é novidade que o Linux é um dos melhores sistemas operacionais de todos os tempos, e conta com diversas distribuições (ou distros) para atender às mais diversas necessidades dos usuários. 

Uma dessas distribuições é a Kali Linux, GNU baseada no Debian, focada totalmente em estratégias e testes de invasão, a fim de tornar o seu sistema mais seguro e verificar os mecanismos de segurança. 

Apesar de muito conhecida, a distribuição pode gerar muitas dúvidas em quem está descobrindo agora sobre o tema. 

Pensando nisso e com o objetivo de te ajudar, a equipe Certificação Linux desenvolveu este conteúdo completo, com tudo o que você precisa saber sobre a distribuição Kali Linux. Basta continuar a leitura. Acompanhe! 

O que é Kali Linux?

Kali Linux é uma das distribuições Linux GNU, baseada em Debian, que conta com mais de 300 ferramentas de teste, status de segurança e pentest. 

Esse é um sistema que muitos hackers éticos utilizam para testar os sistemas de seus clientes, a fim de identificar gaps e traçar melhorias estratégicas para aplicar.

Por ser um sistema super avançado, não é qualquer pessoa que está apta a utilizá-lo — profissionais especializados se saem muito bem com a interface e os recursos, mas nem sempre os iniciantes terão o mesmo sucesso. 

Mas, isso não quer dizer que, após se familiarizar com a ferramenta, não seja possível utilizá-la como aliada em estratégias de segurança em Linux e TI e confiabilidade de dados. 

Na verdade, é interessante que você se interesse pela área e, caso já goste de desenvolver ou programar e tenha interesse em seguir carreira como hacker ético, você encontrou no Kali Linux o que precisava para começar.

Um dos maiores pontos positivos nessa ferramenta é a possibilidade de obtê-la gratuitamente, ou seja, desfrutar de todos esses recursos sem precisar pagar nada. 

Além disso, é personalizável e oferece suporte para dispositivos sem fio, o que é uma grande vantagem. 

Esses são apenas alguns diferenciais, mas a Kali Linux apresenta ainda outras categorias interessantes, como:

  • Coleta de Informações;
  • Análise de vulnerabilidade;
  • Ferramentas Forenses;
  • Ataques Wireless;
  • Teste de Estresse;
  • Aplicativos da Web;
  • Ferramentas de Exploração;
  • Sniffing & Spoofing;
  • Ataques de senha;
  • Manter o acesso;
  • Hardware Hacking;
  • Anonimato;
  • Criptografia de dados e anti-forense;
  • Engenharia Reversa;
  • Ferramentas de Relatório;
  • Ambientes de teste vulneráveis.

Ferramentas de teste de penetração do Kali Linux

Para entender melhor como funcionam os testes de penetração do Kali Linux, basta analisar todas as ferramentas que esse sistema oferece, cada qual com suas próprias funcionalidades e particularidades para atender às mais diversas demandas. 

Todas essas ferramentas de teste são disponibilizadas para os usuários do Kali Linux e tornam todo o processo de invasão e distribuição de comandos maliciosos mais fácil. 

1. BeEF

A primeira ferramenta de teste de penetração do Kali Linux é a Browser Exploitation Framework, mais conhecida como BeFF, que investiga todas as vulnerabilidades do XSS de um site. 

Quando isso acontece, você passa a ser o hacker e os usuários daquele navegador, as vítimas. Através do BeFF é possível controlar toda a atividade dos usuários no navegador, fazendo-os até mesmo baixar malwares e vírus. 

2. Lynis

A Lynis é responsável por fazer auditorias de teste de segurança e fazer varreduras ou buscas em todos os aspectos de um sistema. 

Conforme a vulnerabilidade detectada, é possível estudá-la ainda mais a fundo e penetrar através dessa brecha. 

3. Aircrack-ng

Diferentemente das anteriores, a Aircrack-ng é uma ferramenta de ataque para redes sem fio (wireless), quebrando chaves como WPA e WEP, implementando diversos ataques. 

Com ela, é possível monitorar, extrair informações, atacar, testar e craquear os sistemas de rede sem fio. 

4. Network Mapper (Nmap)

A Network Mapper, também conhecida como Nmap, é uma ferramenta responsável por escanear redes e servidores, descobrindo seu IP, detalhes de segurança e informações sobre o proprietário. 

Além de escanear, ela é capaz de detectar vulnerabilidades e invadir sistemas, mais especificamente servidores. 

5. THC Hydra

A THC Hydra é a melhor opção para crackear senhas à força bruta, executando uma gama de ataques através de mais de 50 tipos de dicionários diferentes. 

Esses dicionários testam diversas combinações de senhas e símbolos para logar nos sistemas e bancos de dados disponíveis e vulneráveis, sendo na maioria das vezes produtivo, com ataques bem-sucedidos. 

6. Metasploit Framework

A ferramenta Metasploit Framework é capaz de executar códigos em máquinas remotas, através da exploração de dados e técnicas de codificação. 

É interessante que, para ser útil e eficaz, o hacker que utiliza a Metasploit segue um passo a passo que vai desde a escolha da exploração, verificação do sistema alvo, configuração do código e execução. 

Assim, é relativamente simples invadir sistemas remotos. O framework facilita a jornada do invasor, transformando-a em algo menos trabalhoso. 

7. Nessus

A ferramenta Nessus pode ser usada pelo hacker ético para se certificar da segurança do seu próprio sistema, identificando possíveis vulnerabilidades que podem ser alvos de ataque de um invasor mal intencionado. 

Para ativá-lo, será necessário assinar o plano pago, ou utilizar o período de teste gratuito de 7 dias para tirar suas conclusões e verificar se deseja mesmo contar com mais essa ferramenta à sua disposição. 

Ela também é muito útil para hackers que tomam conta de mais de um computador ou aparelho em uma rede. 

Com esse instrumento, ele pode garantir a segurança dos outros dispositivos conectados, sempre através da identificação de vulnerabilidades e eliminação de erros.

Conclusão

ferramentas-kali-linux-conclusao As 7 Principais Ferramentas no Kali Linux para Pentest
Foto: Pexels | Ferramentas de invasão e teste de penetração. 

Percebeu como a ferramenta Kali Linux para Pentest é útil no dia a dia dos hackers éticos ou profissionais da área de segurança de TI?

Sem dúvidas, aprender sobre essas ferramentas e começar a utilizá-las pode ser um fator determinante para a sua carreira e presença no mercado de trabalho. 

Além delas, existem muitas outras técnicas e métodos de segurança no Linux que você precisa conhecer. 

No curso Segurança no Linux, a Certificação Linux selecionou os conhecimentos mais importantes sobre o tema de modo aprofundado e detalhado para a aplicação prática. Vale a pena investir em conhecimento na fonte correta! 

Aprenda muito mais com o nosso Curso de Segurança no Linux!

linux containers
O que são containers no Linux e quais as suas vantagens?

Um assunto muito comum no universo Linux é a criação e de containers, que são responsáveis por executar tarefas específicas dentro do sistema operacional, facilitando a rotina de quem utiliza o SO profissionalmente.

Esse recurso permite a otimização de tempo e agilidade, já que reúnem processos estratégicos dentro do Linux, perfeito para quem trabalha com desenvolvimento e programação. 

Apesar de ser muito popular, a utilização de containers pode causar confusão entre os iniciantes no ramo. 

Pensando nisso, a equipe Certificação Linux desenvolveu este conteúdo completo, com tudo o que você precisa saber sobre o tema. Basta continuar a leitura. Acompanhe! 

Containers e VMs no Linux: o que são?

Os containers e máquinas virtuais (virtual machines, do inglês), são excelentes modos de testar, desenvolver e produzir novos sistemas, com um valor baixo e manuseio facilitado. 

Cada uma dessas ferramentas possui suas próprias características e funcionalidades. Você pode escolher a que melhor combina com os seus objetivos e expectativas para começar a usar.

Máquinas virtuais (VMs)

As máquinas virtuais, do inglês Virtual Machines (VM) são softwares que permitem a execução de vários programas ao mesmo tempo, em diferentes linguagens, em um mesmo sistema operacional. 

Um bom exemplo de máquina virtual é o VirtualBox, um software gratuito de código aberto que pode ser utilizado em qualquer sistema operacional, desde o Windows até Linux e macOS.

Com as VMs é possível escolher um sistema operacional e rodá-lo sobre o sistema operacional já instalado no mesmo hardware. 

Assim, o maior objetivo das máquinas virtuais é permitir que um sistema operacional seja utilizado sem substituir aquele já instalado, possibilitando o desenvolvimento de softwares em outras linguagens e em aplicações específicas, presentes em apenas um SO. 

As máquinas virtuais se assemelham aos containers em questões de virtualização, ou seja, permitem que outras funções sejam executadas sem que seja necessário instalar programas ou afetar o processamento e armazenamento do sistema. 

Apesar disso, os containers conseguem ser ainda mais específicos e criar ambientes isolados, divididos por camadas de processamento.

Containers

Os containers são uniões de processos e funcionalidades presentes no sistema operacional, que permitem virtualizar algumas atividades, como a emulação e teste de softwares e programas em desenvolvimento. 

Afinal, dentro deste container está tudo o que o processo precisa para ser executado e configurado: desde as diversas bibliotecas até códigos binários. 

Tudo isso só é possível porque eles conseguem compartilhar o kernel do Linux, que é todo modularizado. 

Com ele, é possível produzir sistemas mais compactos, poupando tempo e recursos das empresas. 

É importante ressaltar que a principal diferença entre as máquinas virtuais e os containers é a gama de aplicações disponíveis. 

Os containers são feitos para executar uma responsabilidade por vez, delegando cada função para um container diferente, enquanto que as máquinas virtuais podem executar diversas funções simultaneamente. 

Assim, com os containers é possível isolar as responsabilidades e processos de cada ferramenta, tornando-o muito mais rápido e eficiente, resultando em uma infraestrutura totalmente flexível. 

Isso favorece a performance dos sistemas e aplicações desenvolvidas através deles, garantindo economia de recursos para as empresas e maior escalabilidade.

Benefícios do uso de containers

linux-containers-beneficios O que são containers no Linux e quais as suas vantagens?
Foto: Pexels | Uma das principais vantagens dos containers linux é a eficiência.

Existem muitos benefícios em se utilizar containers para desenvolver aplicações e mantê-las funcionando. 

Afinal, os containers tornam todo o processo mais simples e leve, como você pode ver a seguir. 

Eficiência e economia de recursos

Por não ocuparem espaço de armazenamento nem processamento, os containers conseguem ser super eficientes e vantajosos, permitindo o teste, manutenção e correção de erros e processos com incrível agilidade. 

A economia dos recursos também acontece devido a estrutura simples que os containers proporcionam, sem a necessidade de investir em ferramentas e itens extras, como acontecia antes.

Como o desenvolvimento é facilitado, mais itens podem ser produzidos em um curto período de tempo, gerando maior lucratividade para a empresa adepta dessa tecnologia. 

Maior portabilidade

Outra vantagem muito importante dos containers no Linux é a portabilidade, ou seja, se for preciso transportar todos os trabalhos e sistemas criados em container para plataformas em nuvem por exemplo, isso é totalmente possível. 

Não apenas em nuvem, mas em qualquer outro sistema operacional, hardware ou plataforma que seja necessário. 

Assim, você não corre o risco de perder a sua produção ou de ficar “preso” a apenas um sistema — a portabilidade traz consigo liberdade de operações. 

Segurança

Por fim, outra característica marcante dos containers Linux é a segurança dos dados e das informações contidas neles.

Os acessos são restritos, disponíveis apenas ao usuário que faz uso dele e a quem ele desejar compartilhar o projeto. 

O que é o Projeto Linux Containers (LXC)?

linux-containers-projeto-lxc O que são containers no Linux e quais as suas vantagens?
Foto: Pexels | O LXC é super completo e seguro. 

O Linux Containers é um projeto que tem como objetivo central oferecer um ambiente neutro, sem distribuições predominantes, oferecendo uma plataforma totalmente open-source. 

Com esse projeto, a trajetória do profissional é facilitada através de comandos simples de executar e replicar, permitindo que o processo de inicialização dos containers seja favorecido. 

Dentro do Projeto Linux Containers é possível encontrar diversas opções de containers, como o LXC, que é extremamente flexível e cobre praticamente todos os recursos de contenção suportados pelo kernel upstream.

Docker e containers: entenda a relação

A tecnologia Docker permite criar novas imagens dentro dos containers em camadas, de modo simples, passível de compartilhamento com outros usuários e desenvolvedores. 

O Docker usa o kernel do Linux para dar origem a novos processos e separá-los de acordo com as suas classes. 

Assim, é possível manter uma estrutura segura, eficiente e compartilhável, totalmente viável para quem trabalha com desenvolvimento em equipe.

Apesar de parecer algo complexo a primeira vista, o Docker e os containers Linux são simples de executar e alterar quando se tem as estratégias corretas e a fonte de informação ideal. 

O melhor modo de entender tudo sobre Docker e usá-lo como um expert no trabalho é buscar as informações e orientações na fonte correta, com quem entende do assunto.

Dessa forma, o curso online de Docker para DevOps da Certificação Linux é a fonte perfeita de conhecimento. No curso, você aprenderá tudo sobre como fazer a instalação do Docker e Construção de Imagens.

Também vai entender mais a fundo como funcionam os containers Linux na prática, aplicando o conhecimento com exercícios diretos e eficazes.

Aprenda a configurar o Docker com o curso online da Certificação Linux!

Conclusão

Percebeu como os containers Linux são ótimas ferramentas para o dia a dia de desenvolvedores? 

Os containers são ainda melhores que as Máquinas Virtuais e apresentam um incrível custo-benefício, eficiência e segurança. 

Se você gosta desse tipo de conteúdo, o que acha de conferir os outros artigos disponíveis aqui mesmo, no Blog Certificação Linux

Os conteúdos que compartilhamos aqui são excelentes fontes de informação e podem te ajudar a ficar por dentro desse universo Linux tão incrível. Vale a pena conferir! 

endless os
Endless OS: Análise do sistema operacional e seus recursos

No mundo da tecnologia, novas opções aparecem o tempo todo para que os dispositivos sejam mais eficientes, menos lentos, comportem maior quantidade de arquivos e muitos outros requisitos que acabam virando um must have sobre o assunto.

Um novo sistema operacional vem tomando conta do mercado e fazendo bastante barulho, incomodando concorrentes como Windows e Mac. Trata-se do Endless OS, aposta em um sistema leve, com interface muito simplificada e pouquíssima necessidade de comandos.

Parece bom demais para ser verdade, não é? Mas já existe e está disponível no mercado para teste. Desde que chegou, poucos foram aqueles que não renderam elogios ao produto inovador. Para saber mais sobre esse sistema operacional e seus recursos, continue lendo.

O que é Sistema Operacional Endless OS?

Esse é o novo sistema operacional completo e totalmente baseado em Linux

Não é uma atualização de sistemas antigos, não é um novo tipo de programa ou melhorias em interface, é um sistema operacional como é o Windows e o MacOS.

Com um público-alvo essencialmente familiar, seus recursos são pensados para oferecer uma experiência intuitiva e simplificada, com foco na parte educacional.

Requisitos mínimos e ideias para usá-lo

A ideia principal do Endless OS é manter tudo extremamente simplificado e oferecer uma experiência parecida com a experiência mobile em computadores. 

Os requisitos para rodar o sistema são baixos; ele funciona em qualquer tipo de computador, até desktops antigos. 

O Endless não pode ser instalado em processadores x86 (32 bits) e não funciona em processadores AMR. Ele ocupa, no máximo, 32GB, sendo que a instalação normal ocupa 16GB.

O CEO da empresa pesquisou por anos as dificuldades do principal público – que são as pessoas de baixa renda, com pouco ou qualquer acesso a computadores – para desenvolver o melhor sistema operacional possível.

instalar-sistema-endless-os Endless OS: Análise do sistema operacional e seus recursos

Passo a passo para a instalação do Endless OS

Para instalar o sistema, o primeiro passo é fazer o download do arquivo ISO do sistema Endless, geralmente por Torrent

Depois de baixado, é necessário ter um pen drive de 16GB ou superior, sem dados de preferência e seguir o passo a passo a seguir.

  • Quando o processo de boot iniciar, na primeira tela exibida, clique em próximo, após escolher o idioma.
  • Depois clique em “formatar este computador com o Endless OS”; ele irá mostrar o tamanho da ISO e a versão do sistema. 
  • Caso esteja conectado à internet, ele vai mostrar outra opção, opção esta que baixa arquivos de atualização. Caso não, basta prosseguir.
  • Na tela seguinte é mostrado os discos. Selecione o disco onde o sistema deve ser instalado. 
  • Se você marcar as caixinhas de diálogo, todos os arquivos das partições serão excluídos. Ele precisa apenas de uma partição com tamanho de 32Gb. 
  • Feito tudo, clique em próximo.
  • Aguarde a conclusão do processo.
  • Finalizado, é só reiniciar o computador.

Conheça alguns dos recursos do Endless OS

O sistema chegou com recursos realmente novos e surpreendentes no mercado, causando curiosidade e ótimo feedback dos seus usuários. 

Abaixo, selecionamos três dos recursos mais interessantes e que, sem dúvida, são o diferencial desse sistema operacional.

Conteúdo da Internet disponível offline

Essa é, sem dúvida, a cereja do bolo do Endless OS. O sistema é completamente otimizado para ser usado sem a necessidade de acesso à internet, disponibilizando pacotes de programas, jogos, informações e aplicativos. 

Claro que ele também funciona com internet normalmente, mas na falta de um sinal wi-fi, é possível ter acesso a informações e programas. 

Mais de 100 aplicativos offline

Dentro da plataforma, há disponibilizados mais de cem aplicativos totalmente independentes de conexão. 

É uma infinita variedade para cobrir tudo aquilo que você possa precisar: aplicativos de planilhas e slides, editores de texto e vídeos, música, enciclopédias com mais de 80 mil artigos para consulta e muito mais.

Jogos e aplicativos voltados à diversão também estão disponíveis no sistema, que tem parceria com grandes marcas, como a Steam, por exemplo. 

Com navegadores e utilitários de serviços tão famosos, o Endless OS não é uma plataforma fechada e possui um largo catálogo de conteúdo possível de ser adicionado à experiência.

Suporte Multimídia

As novas atualizações do sistema, desde que foi disponibilizado, vem trazendo cada vez mais suporte à multimídia, possibilitando a ampliação de conteúdos e suporte a novos aplicativos, com possibilidade de uso offline.

Vantagens e desvantagens do sistema operacional

Assim como todo sistema operacional, o Endless OS tem seus pontos fortes e seus pontos fracos. 

A partir do seu objetivo, que é conceder uma experiência próxima a dos smartphones e atingir um público que tem familiaridade com os aparelhos móveis mas não muita com computador, o sistema operacional defende seu ponto.

Como vantagens, podemos destacar:

  • Possui interface que lembra muito a de um smartphone, transformando a experiência com o computador quase intuitiva;
  • Design bonito e bem desenvolvido;
  • Aprendizado simples para quem não tem familiaridade alguma;
  • Sistema seguro e leve;
  • Muitos recursos voltamos à educação;
  • Fácil de ser acessado por crianças, e muitos outros.

Já como desvantagens, podemos dar destaque aos seguintes pontos:

  • Certa demora em suas atualizações;
  • Possui dificuldades com multitarefas, ou seja, a aberta de muitas abas deixa o sistema operando devagar;
  • Poucas opções de personalização do sistema.

Afinal, vale a pena usar o Endless OS?

Esse é um sistema operacional que foi estudado, pensado e desenvolvido para atingir um público específico: aquele que não está habituado a computadores e pessoas de menor renda ou com dificuldades de conexão com a internet. 

Ao fazer uma análise justa sobre o sistema, é necessário levar em consideração essa informação e, partindo desse pressuposto, sim, o Endless OS cumpre muito bem a sua função de forma leve, didática e focada em ser um excelente utilitário offline, bem como online.

Se você ainda não conhece muito bem as diversas possibilidades que a marca operacional do pinguim oferece, aprofunde seus conhecimentos em Linux com o nosso curso online!

Vale muito a pena dar uma chance para o sistema baseado em Linux. 

Matricule-se já e seja certificado em Linux em menos de 90 dias!

principais comandos linux
Lista dos principais comandos no Linux: aprenda como usá-los

Se você é iniciante no universo Linux, já deve ter ouvido falar da lista dos principais comandos Linux, com alguns nomes um pouco “assustadores”, a princípio, e funções um tanto quanto específicas. 

Mas, a verdade é que esses comandos do Linux não são tão difíceis assim para aprender e por em prática — você só precisa de um conteúdo objetivo e direto, que te ajude a entender melhor todos os comandos. 

Pensando em te ajudar, a equipe Certificação Linux desenvolveu esse artigo completo, com tudo o que você precisa saber sobre os principais comandos Linux e seu modo de utilização. Basta ler até o final. Acompanhe!

Como usar os principais comandos do Linux:

Antes de começar a usar os principais comandos Linux, é preciso entender como usá-los e como eles funcionam, de fato. Afinal, é impossível aplicar algo que você não sabe nem mesmo a finalidade, não acha?

Assim, saiba que os comandos do Linux em sua maioria são em formato de texto, inseridos em um terminal de leitura do sistema operacional. 

Ao inserir os comandos certos, específicos para cada função, ações podem ser realizadas de modo automático, facilitando o trabalho de quem usa o Linux no seu dia a dia. 

Comando nano

O primeiro comando a ser aprendido pelos iniciantes no universo Linux é o comando nano. Esse comando se assemelha muito ao bloco de notas, presente no sistema operacional Windows, mas é destinado exclusivamente ao terminal do Linux, onde todos os comandos são acionados. 

O nano funciona como um “mini” editor de texto, com funções específicas dentro dele. Com ele, é possível abrir e ler arquivos, como textos, verificar a ortografia da peça, recortar e colar trechos, fazer buscas por termos específicos e outras funções secundárias. 

Cada um desses subcomandos é ativado com a seleção da tecla control (“ctrl”) e a letra que representa a função desejada. 

O próprio comando nano exibe um painel com as letras e suas ações correspondentes, de modo que o usuário apenas selecione. As combinações são:

  • Control e X: pressione para sair da edição. Assim como em outros editores de texto, o nano perguntará se você deseja salvar o arquivo ou não;
  • Control e G: abre uma tela de ajuda do próprio nano e a lista de comandinhos;
  • Control e O: usado para escrever no arquivo;
  • Control e J: tem a função de justificar o texto;
  • Control e R: ler um arquivo diferente, permitindo que você adicione fragmentos de texto dele no seu arquivo principal, que está aberto no nano;
  • Control e W: localizar um termo dentro do texto;
  • Control e K: responsável por recortar o texto;
  • Control e U: cola o texto recortado;
  • Control e C: Mostra a posição atual do cursor.
  • Control e T: checa a ortografia do texto todo;
  • Control e S: responsável por salvar o arquivo;
  • Control e A: direcionar o ponteiro do mouse para o começo da linha;
  • Control e E: direcionar o ponteiro do mouse para o final da linha;

Em resumo, o comando nano no Linux tem a função de editar arquivos em texto pelo terminal.

Comando watch

De modo simples, o comando watch repete a execução de um outro comando de modo periódico. Com ele, você não precisa executar esses comandos manualmente, de tempos em tempos.

O comando watch também apresenta letras com subcomandos para configurar a estrutura de repetição desejada. Os principais, são:

  • -d, que torna informa o que mudou a cada atualização;
  • -n X, responsável por definir o intervalo de repetição em X segundos;
  • -t; que desabilita o cabeçalho;
  • -g; cuja função é terminar de executar se a saída do comando se alterar. 

Comando script

Esse é o responsável por roteirizar ou criar uma estrutura de execução de comandos inseridos no shell do Linux, com a possibilidade de inserir ou não um intervalo de tempo entre as execuções. 

Assim, o comando script pode ser uma “mão na roda” de quem precisa documentar e registrar todo o processo de instalação de um software ou aplicativo, para que posteriormente seja possível verificar o caminho seguido.

Para criá-lo e iniciá-lo, basta executar este caminho: 

  • $ script arquivo.log

Comando cd

O comando cd no Linux tem uma função bem simples: mostrar ou mudar o diretório em que um arquivo se encontra. Com ele, o inverso também pode ser feito: insira o caminho de um arquivo e abra-o. 

Para isso, basta inserir:

  • cd imagens/ (caso você tenha uma pasta com esse nome no computador, ele entrará nela);
  • para acessar um arquivo dentro dessa pasta, basta acrescentar cd imagens/subpasta/nome-do-arquivo (assim, você acessa o arquivo dentro da pasta imagens);

Comando ls

Em contrapartida, o comando ls é responsável por listar os arquivos existentes, filtrando o resultado da busca pela letra ou caractere inicial dos arquivos.

Esse recurso é interessante pois mostra de modo claro quais são todos os arquivos presentes no seu computador. 

Também é possível adicionar outros filtros à pesquisa, como separar por vírgulas, mostrar por colunas e até mesmo diferenciar os arquivos por cor. 

Alguns comandos, são:

  • –color=auto, que separa os arquivos por cor;
  • -a, –all, que apresenta todos os arquivos, mesmo aqueles escondidos;
  • -A, –almost-all, que apresenta quase todos os arquivos, menos as entradas “.” e “..”
  • -m, que faz uma lista de todos os arquivos separados por vírgula.

Comando rm

O comando rm é responsável por remover arquivos e diretórios, conforme a sua permissão como usuário. Para isso, existem os subcomandos:

  • -f, que remove arquivos sem questionar ao usuário;
  • -r, -R, que remove tanto o diretório quanto seu conteúdo;
  • -i, que pede a autorização do usuário antes de remover;
  • -d, –dir, responsável por remover diretórios vazios;

Comando find

Para localizar arquivos, basta utilizar o comando find. Ao executá-lo, é preciso informar qual o local início da sua busca, ou seja, de onde você deseja que o comando comece a ser executado. 

A sintaxe base de busca é a seguinte: 

  • find [caminho] [expressão]

Comando grep

O comando grep é responsável por buscar palavras ou termos dentro de todos os arquivos com formato de texto do sistema, a fim de apresentar o conteúdo buscado. 

Para ativá-lo, é preciso usar a sintaxe: 

  • grep [opções] regex [arquivos];
  • ou: comando | grep [opções] regex.

“Opções” são os filtros que você deseja adicionar ao comando, para uma busca mais seletiva, enquanto que “arquivos” são os nomes dos arquivos que você deseja encontrar. 

Comando chmod

Por fim, o comando chmod pode alterar todos os acessos de usuários para alterar e visualizar arquivos do sistema. 

Existe uma hierarquia entre quem cria o arquivo, quem tem acesso para editar e quem pode apenas visualizar, sem alterar nada. Dentro desse comando, existem vários sub comandos que alteram essas configurações, como:

  • Chmod 644;
  • Chmod 755;
  • e Chmod 555.

Cada um deles pode ser aplicado na prática para mudar o acesso de usuários a determinados arquivos do sistema. 

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Conclusão

principais-comandos-linux-praticos Lista dos principais comandos no Linux: aprenda como usá-los
Foto: Freepik | Principais comandos do Linux que facilitam o dia a dia. 

Apesar de apresentar diversos termos técnicos e sintaxes de execução, os principais comandos do Linux são simples de entender e aprender — ainda mais de executar. 

Para ter sucesso no universo Linux, o segredo está em ter acesso a um bom conteúdo, com um bom professor. 

É isso o que acontece aqui na Certificação Linux: temos vários cursos ricos em conteúdo para diferentes níveis de aprendizado e objetivos, todos ministrados pelo professor Uirá Ribeiro, que tem mais de 23 anos de carreira. Vale a pena conferir! 

distribuições linux
Melhores distribuições linux e 5 opções para iniciantes

Se você está começando a pesquisar sobre linux recentemente, já deve ter reparado que muito se fala em distribuições linux, também chamadas de “distros”. 

A verdade é que, quanto mais a busca pelo sistema operacional linux cresce, mais distribuições surgem. 

Por ser um sistema operacional de código aberto, muitos desenvolvedores utilizam sua fonte para formular distros cada vez mais sofisticadas e úteis para os usuários do open source. 

Apesar disso, há muitas dúvidas comuns que envolvem o tema: desde como escolher uma distribuição linux, até quais são as melhores opções para iniciantes no sistema operacional. 

Pensando em te ajudar a solucioná-las, a equipe Certificação Linux desenvolveu este artigo completo, com tudo o que você precisa saber sobre as distribuições Linux e quais escolher durante sua jornada. Basta continuar a leitura. Acompanhe! 

O que são Distribuições Linux?

As distribuições linux, ou simplesmente “distros” são variações do sistema operacional a partir da utilização de seu código fonte, que é aberto e, por isso, permite que diferentes soluções sejam formuladas. 

Cada uma das inúmeras distribuições existentes visam atender às necessidades de públicos específicos, tais como:

  • programadores e desenvolvedores;
  • usuários domésticos, que não têm tantas exigências quanto a agilidade e aplicativos ou softwares específicos;
  •  e aqueles que demandam alto nível de segurança da informação e privacidade em suas operações, como sistemas bancários e financeiros.

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Vale ressaltar também que, diferentemente do que muitos pensam, as distribuições linux não são instaladas todas da mesma forma, muito menos apresentam as mesmas interfaces sempre. 

Até mesmo os sistemas e processos de leitura de arquivos são diferentes, bem como o nível de compatibilidade possível. Isso significa dizer que, ao decidir qual distro usar, o usuário precisa se atentar a pontos como:

  • qual a sua compatibilidade relacionadas aos aplicativos e recursos disponíveis no mercado;
  • quais são suas necessidades básicas e quais itens não podem faltar para satisfazer suas tarefas cotidianas;
  • e qual a disponibilidade técnica do aparelho ou computador em que pretende instalar. 

Como escolher uma distribuição Linux?

distribuicoes-linux-como-escolher-1 Melhores distribuições linux e 5 opções para iniciantes
Foto: Freepik | Como escolher uma distro?

Além das perguntas acima, é interessante considerar ainda outros pontos antes de escolher uma distribuição Linux. 

O primeiro critério é avaliar a relação entre estabilidade e atualizações do sistema. Isso é o mesmo que dar atenção aos feedbacks de usuários assíduos e identificar se a distro costuma apresentar problemas de modo periódico, ou se é um sistema estável. 

Não só isso, é preciso verificar se a distro costuma oferecer atualizações periódicas, a fim de resolver bugs e possíveis instabilidades.

Com isso em mente, basta avaliar a compatibilidade do seu hardware com os pré-requisitos da distribuição linux escolhida, para que tudo funcione adequadamente. 

4 excelentes distros Linux para conhecer

Existe uma lista infindável de opções de distribuições Linux, mas assim como em qualquer outra área, existem aquelas que se destacam e oferecem melhor custo-benefício. Elas são: Kali, Debian, Fedora e Arch. 

Kali Linux

Oferecido pela Offensive Security, responsável por realizar testes e treinos de segurança e infiltração em sistemas, a distro Kali Linux é a mais adequada caso sua empresa precise verificar o nível de segurança de outros sistemas. 

As aplicações “hackers” permitem que testes de intrusão sejam realizados com o objetivo de prevenir futuras perdas de informações e acessos indevidos, por criminosos virtuais. 

Debian

Ideal para usuários mais familiarizados com o sistema linux, a distro Debian é super completa e pode desempenhar os mais diversos papéis — desde a utilização doméstica, até a função de estações de trabalho e banco de dados. 

O maior diferencial dessa distro é a possibilidade de atualizações interessantes cada vez mais robustas, que permitem funcionalidades antes inacessíveis. 

Fedora Linux

A distribuição Red Hat é uma das responsáveis pelo sucesso da distro Fedora, que é atualizada de modo contínuo, em períodos de 6 meses. 

Um grande diferencial da distribuição Fedora é a diversidade de aplicações. Existem sistemas para 3 esferas diferentes: 

  • uso doméstico, através do Fedora Workstation;
  • utilização em servidores, com o Fedora Server;
  • e serviços em nuvem, com o Fedora Cloud. 
  • Aprenda o Red Hat Enterprise Linux 8.3 e prepare-se para o exame com o Curso preparatório RHCSA da Certificação Linux!

Arch Linux

Por fim, outra distribuição de renome é o Arch Linux, permite a total personalização por parte do usuário, que pode escolher desde as aplicações, até os ambientes disponíveis. Só então é possível instalar esses detalhes como parte do sistema. 

Para aqueles que estão iniciando agora no universo de distribuições linux, o Arch Linux talvez não seja a melhor opção — existem alternativas muito mais simples, como você pode ver a seguir. 

Melhores distribuições de Linux para iniciantes

distribuicoes-linux-iniciantes Melhores distribuições linux e 5 opções para iniciantes
Foto: Freepik | As melhores distros são amigáveis e intuitivas. 

De fato, para os iniciantes existem distribuições que suprem todas as necessidades e ainda permitem o aprendizado, sem requerer grandes conhecimentos prévios acerca do tema. 

Deepin 

Até mesmo crianças de 11 anos podem se acostumar e utilizar sem maiores dificuldades a distro Deepin. Afinal, ela apresenta diversas vantagens, como:

  • Interface simples da área de trabalho;
  • Layout parecido com Android
  • App Store bem completa e simples de usar;
  • Painel de controle simples de usar;
  • A instalação também é simples.

Ubuntu

Apesar de não satisfazer totalmente às necessidades de usuários mais experientes e avançados, para os iniciantes o Ubuntu é a melhor opção. Suas funcionalidades e vantagens são:

  • dispensa a necessidade de conhecimento prévio;
  • adota o GNOME como interface;
  • é simples;
  • requer um hardware com memória e roda melhor em discos SSD;
  • tem sua Software Store, com muitos apps que podem ser instalados sem dificuldade.

Elementary OS

Esse sistema é para quem usa o MAC ou gosta do sistema da Apple. Você sabia que o Mac OS é um Unix like? Como vantagens dessa distro, podemos citar:

  • semelhança com o MAC e pouca alusão ao Linux;
  • menu de aplicativos simples;
  • apresenta uma App Store bem completa;
  • é bem leve, roda em máquinas com hardware mais humildes;
  • se baseia no Ubuntu, mas somente com o essencial.

Mint

A Mint é uma distribuição muito leve, que roda em hardwares antigos sem problemas — funciona até no computador Pentium II, que são super antigos. Para quem só usa o Google Agenda, por exemplo, é uma ótima opção.

Sua interface chamada Cinnamon é perfeitamente familiar para quase todos que a usam. As principais vantagens, são:

  • apresenta uma barra de tarefas, botão Iniciar, bandeja do sistema e ícones da área de trabalho, semelhante ao Windows; 
  • interface que requer uma curva de aprendizado nula para quem vem de Windows 7;
  • é baseado no Ubuntu;

OpenSuse

O OpenSuse é uma distribuição fantástica baseada no Red Hat. Uma das maiores vantagens de usá-lo é a possibilidade de executar quase todos esses DEs no mesmo sistema operacional.

Você pode escolher qualquer IDE desejado na tela de login. Eles fazem jus ao símbolo de Camaleão. Muito antes de existir o apt-get e o yum, o openSUSE já tinha o seu gerenciador de pacotes, o Yast.  As vantagens são:

  • trabalha com qualquer interface que o usuário desejar;
  • possui sua App Store, com muitos softwares;
  • fiel ao padrão Linux;
  • baseada no Red Hat e usa pacotes RPM;

Todas essas informações são apenas a “pontinha do iceberg” do universo Linux e suas distribuições. Para aprender mais, vale a pena se matricular no nosso curso! 

Aprenda muito mais sobre Linux em nosso curso online. Matricule-se com trial de 7 dias grátis!

Conclusão

Percebeu como as distribuições linux atendem às mais diferentes demandas dos usuários? Todas podem ser encontradas facilmente — basta escolher aquela que mais faz sentido para o seu cotidiano. 

Obter informações mais profundas e detalhadas sobre o Linux nem sempre é fácil. Por isso, desenvolvemos uma plataforma de cursos online, com vários níveis de aprendizado e temas específicos, que você pode consultar e se inscrever, se desejar!

como instalar o linux
Como instalar o Linux no computador? Veja como por 2 métodos

Todos os entusiastas do universo linux, pelo menos uma vez já se perguntaram como poderiam instalá-lo. 

A verdade é que a busca por “como instalar o Linux no computador” não para de crescer, justamente por esse ser um sistema muito interessante e amigável para utilizar no dia a dia. 

Apesar disso, não são muitos os tutoriais disponíveis na internet que ensinam maneiras diversificadas de instalar o linux no computador. A maioria dos conteúdos aplica apenas um método, considerado o “padrão”. 

Mas, a verdade é que além dele, existe uma outra alternativa totalmente eficaz para instalar o Linux, como você verá no decorrer deste artigo. 

Pensando nisso, a equipe Certificação Linux desenvolveu este conteúdo completo, com tudo o que você precisa saber sobre o tema. Confira! 

Como instalar o Linux pelo pendrive?

como-instalar-o-linux-pendrive Como instalar o Linux no computador? Veja como por 2 métodos
Foto: Freepik | Como instalar o Linux pelo pendrive? 

O modo mais simples de instalar o Linux é utilizar um “meio de transporte” e armazenamento como um pendrive. 

Antigamente, era muito comum ver a utilização de CDs ou DVDs para alocar um sistema operacional que, posteriormente, seria instalado em outra máquina. 

Hoje, porém, a maioria dos computadores e notebooks não contam mais com a entrada para CD e DVD, o que tornou o processo inviável, substituindo-o pelo pendrive e até mesmo HDs externos. 

Antes de iniciar o procedimento, saiba que é necessário baixar os arquivos do sistema operacional Linux da internet, e formato ISO ou “.iso” para o seu pendrive. 

Assim, verifique antes se o site escolhido para fazer o download é confiável e se é possível identificar o formato em que os arquivos foram baixados para o computador — dê preferência ao tipo “instalador USB universal”, para que o pendrive se torne inicializável

Também, caso você esteja instalando o linux no computador que já rodava com outro sistema operacional, como o Windows, é importante fazer um backup de todas as principais informações e arquivos que nele existirem. 

Fotos, documentos, arquivos pessoais e profissionais, senhas… tudo deve ser devidamente salvo antes do computador ser resetado e o sistema linux instalado. 

Talvez seja mais simples, ao invés de escolher um outro pendrive ou HD externo para o upload dos arquivos, salvá-los em nuvem, em sistemas estratégicos que podem ser facilmente acessados depois. 

O passo a passo para instalar o Linux pelo pendrive também é muito amigável, como você verá no tutorial abaixo. 

1. Inicialize o computador pelo pendrive

Feitos todos os passos anteriores, basta inicializar o seu computador pelo pendrive. Para isso, basta reiniciar o computador com o pendrive alocado na entrada USB e segurar a tecla “enter” durante um tempo, até que a opção “inicializar pelo pendrive” surja. 

Logo em seguida, selecione a opção “F12” no seu teclado, para que a tela do GNU GRUB, responsável por gerenciar todas as instalações Linux apareça e viabilize os próximos passos. 

2. Selecione o drive para instalação

Depois de escolher o pendrive como drive de instalação, é preciso definir como o sistema será instalado: se já com navegador web, pacotes de arquivos semelhantes ao “office”, do Windows, e outras funcionalidades extras. 

No caso da instalação do Ubuntu, por exemplo, uma distribuição Linux muito famosa, existe a possibilidade de instalar o pacote completo ou apenas o “básico”, com navegador e utilidades simples, necessárias para o cotidiano. 

Nesse cenário, é você quem decide qual pacote escolher, conforme os seus objetivos com o Linux. O recomendável, porém, é que você já se preocupe em instalar o pacote completo para facilitar o trabalho e poupar tempo com a instalação no futuro. 

Feito isso, é preciso escolher qual será o tipo de instalação do seu sistema operacional: substituir o sistema existente, ou apenas mantê-lo funcionando em paralelo com outro. 

Saiba que, caso escolha a segunda opção, cada vez que o computador for inicializado será preciso escolher o sistema operacional de sua preferência, se Linux, ou Windows, por exemplo. 

3. Iniciando a instalação

Na etapa de inicialização da instalação, sua tela mostrará um painel de confirmação de dados do usuário daquele computador, como:

  • nome do usuário;
  • identificação do dispositivo (pode ser tanto o ID quanto o nome dado ao computador, como “usuário-desktop”, por exemplo);
  • e senha, que pode ser marcada como necessária a cada inicialização do dispositivo, a fim de manter a segurança das informações dentro do computador e dificultar a invasão de estranhos, que querem roubar ou alterar seus dados. 

Seu sinal de que a instalação foi bem sucedida será a mensagem solicitando para reiniciar o computador, a fim de iniciá-lo já com o sistema Linux instalado no computador. 

Como instalar o Linux usando uma máquina virtual (VMware)?

como-instalar-o-linux-no-computador Como instalar o Linux no computador? Veja como por 2 métodos
Foto: Pexels | Como instalar o Linux pelo computador com a máquina virtual?

Outro procedimento muito utilizado no universo de como instalar o linux no computador, é contar com o auxílio de uma máquina virtual, ou “virtual machine”, do inglês. 

As máquinas virtuais são grandes aliadas dos iniciantes que ainda não se sentem 100% confortáveis para migrar de vez para o sistema Linux, e desejam testá-lo primeiro, ou usá-lo pontualmente. 

Elas nada mais são do que softwares que permitem a instalação de sistemas operacionais como o Linux, sem que ele substitua o SO já instalado. Isso permite a utilização dos dois SO paralelamente, sem ocupar mais espaço no disco rígido do computador. 

Para funcionar corretamente, porém, alguns pré-requisitos são necessários antes da instalação, como:

  • ter uma ótima conexão de internet;
  • ter disponível ao menos 4 GB de memória RAM;
  • contar com, ao todo, 12 GB de espaço livre no seu aparelho.

1. Baixe e instale o VirtualBox

O software de máquina virtual mais comum é o VirtualBox VMWARE que, antes de mais nada, precisa ser instalado para ser utilizado como simulador virtual.

Acesse o site oficial do VirtualBox e baixe a versão conforme o seu aparelho. É comum baixar o “Windows host”, que tem a opção de 32 e 64 bits. Cabe a você escolher qual o modelo do seu computador e baixar a correspondente. 

Feito isso, uma caixa de diálogo, com os passos de instalação do software será aberta — basta seguir os passos apontados e finalizar a instalação.

2. Faça o download do Ubuntu

Por incrível que pareça, o download do Ubuntu precisa ser feito da mesma forma que a opção do pendrive: no seu navegador, é necessário buscar por “Ubuntu” e baixar todos os arquivos da distribuição. 

Faça o download através do site oficial do Ubuntu, para evitar riscos e não colocar em jogo a segurança do seu sistema. 

3. Crie uma máquina no VirtualBox

Voltando para o VirtualBox, será necessário criar um nova máquina virtual: 

  • clique em “new” ou “nova”, dependendo do idioma do software;
  • nomeie a sua máquina virtual, com o tipo de sistema operacional que será instalado (ubuntu);
  • no tipo, informe “linux”;
  • e escolha a versão baixada, se 32 ou 64 bits;
  • clique em prosseguir e selecione o tamanho da memória para a instalação do Ubuntu (o recomendado é 2048 MB, o equivalente a 2 GB);
  • crie um disco rígido virtual dinamicamente alocado;
  • escolha pelo menos 8 GB para o disco rígido virtual;

Pronto, sua máquina virtual estará criada e apta para receber a distribuição Ubuntu. 

4. Instale o Ubuntu

Para instalar o Linux no computador, através do Ubuntu, basta dar “start” ou iniciar a máquina virtual. Uma caixa de diálogo será aberta solicitando a instalação de um sistema operacional. 

Basta selecionar o baixado, abri-lo e iniciá-lo. A partir disso, basta seguir os passos comuns de instalação e configurar a sua localização, idioma e informações de usuário. Pronto, seu Ubuntu estará disponível para utilização!

Conclusão

Percebeu como instalar o Linux no computador não é um bicho de sete cabeças? Basta seguir o passo a passo mostrado com atenção aos detalhes, para não baixar arquivos incompatíveis com os requisitos do seu computador. 

Se você gostou desse conteúdo sobre Linux, precisa conhecer os nossos cursos de treinamento profissional em Linux, como o curso de Docker, RHCSA e Pfsense. São totalmente estruturados pensando no seu aprendizado e aproveitamento, Vale a pena conferir! 

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Comando mkswap no Linux (cria swap) [Guia Básico]

O comando mkswap no Linux prepara o dispositivo para ser usado como área de memória virtual (swap). 

O argumento dispositivo geralmente será uma partição de disco (algo como /dev/sdb7), mas também pode ser um arquivo.

Não é exatamente necessário que a partição seja do tipo Swap – Tipo 82 no fdisk – mas é bom que a partição seja do tipo 82.

Depois de criar o disco de swap com o comando mkswap, é necessário ativar com o comando “swapon” e colocar no /etc/fstab para que a partição seja usada como swap após o reinício do sistema.

Exemplo de uso:

# mkswap /dev/sdb1
mkswap: /dev/sdb1: warning: wiping old swap signature.
Setting up swapspace version 1, size = 2097148 KiB
no label, UUID=a873901e-5b33-4c78-84f5-e9eeadd9fba3

Depois de criada, a partição de swap pode ser ativada:

# swapon
NAME      TYPE      SIZE USED PRIO
/dev/dm-1 partition   2G 256K   -1

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Comando gdisk no Linux (particiona disco) [Guia Básico]

O comando gdisk no Linux é similar ao fdisk e permite manipular e criar partições. Ele foi especialmente criado para lidar com partições GPT.

Ele converte automaticamente o Master Boot Record (MBR) para o novo formato chamado Globally Unique Identifier Partition Table (GPT).

Este novo esquema de tabela de alocação de partições foi criado para funcionar com os novos firmwares das placas-mãe EFI e UEFI. O Windows XP 32- bit e versões anteriores do Windows não podem normalmente ler ou escrever em unidades formatadas com uma tabela de partição GUID, no entanto, Windows Vista e Windows 7 e Windows 8 possuem esta capacidade.

Este novo padrão utiliza o endereçamento de bloco lógico (LBA) no lugar do antigo endereçamento cilindro-cabeça-setor. Este sistema de endereçamento não possui a limitação de enquadrar o gerenciador de boot nos primeiros 1024 cilindros.

Os menus do gdisk, embora com mais opções, são bem similares ao do fdisk. As opções do gdisk são:

  • b Faz backup do GPT em um arquivo
  • c Muda o nome da partição
  • d Apaga uma partição
  • i Mostra informações detalhadas de uma partição
  • l Lista os tipos de partição
  • n Cria uma nova partição
  • o Cria uma tabela GUID partition table (GPT) vazia
  • p Mostra dados da partição
  • q Sai sem salvar
  • r Recuperação e transformação (para experts)
  • s Ordena as partições
  • t Muda o tipo de partição
  • v Verifica o disco
  • w Grava a tabela de partições
  • x Funcionalidades extras (para experts)
  • ? Imprime este menu

Neste exemplo foi criada uma partição do tipo GPT no disco /dev/xvdb. Se nada for digitado no prompt interativo, ele vai assumir as opções padrão:

# gdisk /dev/xvdb
GPT fdisk (gdisk) version 0.8.6
Partition table scan:
  MBR: protective
  BSD: not present
  APM: not present
  GPT: present
Found valid GPT with protective MBR; using GPT.
Command (? for help): n
Partition number (1-128, default 1): 
First sector (34-16777182, default = 2048) or {+-}size{KMGTP}: 
Last sector (2048-16777182, default = 16777182) or {+-}size{KMGTP}: 
Current type is 'Linux filesystem'
Hex code or GUID (L to show codes, Enter = 8300): 
Changed type of partition to 'Linux filesystem'
Command (? for help): w
Final checks complete. About to write GPT data. THIS WILL OVERWRITE EXISTING
PARTITIONS!!
Do you want to proceed? (Y/N): Y
OK; writing new GUID partition table (GPT) to /dev/xvdb.
The operation has completed successfully.

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Identificar Usuários no Linux [Guia Básico]

Saiba como identificar usuários no Linux, através dos comandos last, id, whoami, who e w, para saber quem se conectou, ou está conectado no sistema.

Comando last

O utilitário last, fornece as últimas conexões efetuadas no sistema e por qual usuário:

$ last
ec2-user pts/0        ip-10-8-0-6.ec2. Tue Apr 14 10:21   still logged in   
ec2-user pts/0        ip-10-8-0-6.ec2. Mon Apr 13 23:26 - 00:10  (00:43)    
ec2-user pts/5        ip-10-8-0-6.ec2. Sun Apr 12 15:52 - 01:50  (09:57)    
ec2-user pts/0        ip-10-8-0-6.ec2. Sun Apr 12 15:51 - 01:50  (09:59)    

Comando id

O comando id mostra qual é o usuário efetivo e qual é o usuário real no Linux.

Exemplo:

$ id
uid=1000(uiraribeiro) gid=1000(uiraribeiro) groups=1000(uiraribeiro),4(adm),24(cdrom),27(sudo),30(dip),46(plugdev),119(lpadmin),130(lxd),131(sambashare)

Observe que o usuário que está logado no Linux é o uiraribeiro, com User ID iqual a 1000. O comando também mostra todos os grupos que o usuário faz parte.

Com a opção “-un” o comando id mostra o User Name (login) do usuário:

$ id -un
uiraribeiro

Com a opção “-u” o id mostra o User ID do usuário.

[email protected]:~$ id -u
1000

O comando id também pode mostrar informações de um determinado usuário, quando o login for informado como parâmetro:

$ id arthur
uid=1001(arthur) gid=1001(arthur) groups=1001(arthur)

Este comando geralmente é útil para ser utilizado em scripts, onde se deseja pegar o login ou User Id do usuário.

Comando whoami

Este comando mostra qual é o login do usuário corrente. É o mesmo que o comando “id -un”.

$ whoami
uiraribeiro
$ id -un
uiraribeiro

Comando who

$ who

O utilitário who pode ser utilizado para mostrar quais são os usuários logados no sistema:

$ who
ec2-user pts/0        2015-04-14 10:21 (ip-10-8-0-6.ec2.internal)

Comando w

O utilitário w também fornece uma lista de quais usuários estão conectados, mas com outros detalhes:

$ w
 12:10:53 up 218 days, 22:52,  1 user,  load average: 0,00, 0,01, 0,05
USER     TTY      FROM              [email protected]   IDLE   JCPU   PCPU WHAT
ec2-user pts/0    ip-10-8-0-6.ec2. 10:21    5.00s  0.45s  0.00s w

O comando “w” exibe qual o comando ou programa os usuários estão executando no momento, bem como a média de uso de CPU em 1, 5 e 15 minutos.

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Perfil de Usuários no Linux (profile) [Guia Básico]

Ajustando o Ambiente de Trabalho dos Usuários no Linux

Durante o processo de logon de um usuário, quando o shell bash inicia, ele executa o script /etc/profile. Este script pode ser customizado e diferente em cada distribuição Linux. Sua função é configurar algumas variáveis de ambiente e fazer a sintonia do sistema para os usuários.

Para ajustar o Perfil de Usuários no Linux, o bash lê a configuração de diversos arquivos. O conteúdo destes arquivos pode variar em cada distribuição, e nem sempre uma distribuição usa todos eles, mas a ideia geral permanece.

O Bash também procura pelo arquivo /etc/bash.bashrc que também tem uma função parecida com o profile, mas o bashrc é executado todas as vezes que o bash é executado.

Cada usuário também pode criar seus scripts de inicialização para serem executados durante o logon. Estes arquivos precisam estar localizados no diretório home dos usuários com os nomes:

  • .profile
  • .bash_profile
  • .bash_login
  • .bashrc
  • .bash_logout

O ponto “.” antes do nome do arquivo confere a ele o atributo de escondido, somente sendo listado com o comando “ls –lga”.

Arquivos de Perfil do Bash

O bash possibilita que as funções, variáveis e apelidos possam ser gravados em alguns arquivos para que possam ser carregados novamente quando o sistema for iniciado novamente, ou uma nova execução do bash for feita.

Os arquivos lidos pelo bash são:

/etc/profile

Arquivo global de configuração de Perfil de todos os usuários. Define variáveis globais e é executado durante o processo de autenticação do usuário. Este script também costuma carregar com o comando source os arquivos contidos no diretório /etc/profile.d.

/etc/profile.d

Este diretório contém um ou mais scripts que são carregados pelo /etc/profile.

$ ls -l /etc/profile.d
-rw-r--r-- 1 root root 1606 jul 31  2018 colorls.sh
-rw-r--r-- 1 root root 2703 ago  2  2018 lang.sh
-rw-r--r-- 1 root root  121 jul 31  2018 less.sh
-rw-r--r-- 1 root root  248 jul 17 14:46 vim.sh

/etc/bashrc ou /etc/bash.bashrc

Arquivo global de configuração de Perfil, que define variáveis importantes e é executado toda vez que o Bash é carregado. Em algumas distribuições aparece com o nome /etc/bashrc e em outras como /etc/bash.bashrc.

~/.bash_profile

Arquivo de Perfil individual de cada usuário que é executado logo imediatamente ao /etc/profile. Seu conteúdo é lido a cada execução do Bash e cada usuário tem o seu no diretório HOME.

~/.bash_login

Se o arquivo ~/.bash_profile não existir, ele é executado logo após o processo de logon. Cada usuário tem o seu;

~/.profile

Se os arquivos .bash_profile e .bash_login não existirem, ele é executado logo após o logon. Cada usuário tem o seu;

~/.bashrc

É executado automaticamente quando o processo Bash é iniciado. Cada usuário tem o seu;

~/.bash_logout

É executado durante o processo de logout;

Relembrando que o  “~/” indica o diretório HOME do usuário logado. 

Convém você olhar estes arquivos e analisar o seu conteúdo. Cada distribuição pode; variar o conteúdo destes scripts. Você pode até notar que um script chama o outro.

É muito importante saber a função e quando cada arquivo é executado. De maneira geral, guarde que:

  • Os arquivos que ficam no diretório /etc são globais, e valem para todos os usuários;
  • Os arquivos quem ficam no diretório HOME, são individuais para cada usuário;
  • Os arquivos que tem profile no nome, são carregados no processo de login, uma única vez;
  • Os arquivos que tem bash no nome são carregados toda vez que o Bash é executado.

 Outro detalhe importante é que estes arquivos são lidos e executados na ordem descrita acima: primeiro os Profiles, depois os Bash. Nem todas as distribuições fazem uso de todos esses arquivos.

A figura abaixo ilustra a ordem do processo de carga destes scripts:

login_pt Perfil de Usuários no Linux (profile) [Guia Básico]Ordem de leitura dos Scripts de Login

Observe que os nós em amarelo são scripts globais, que valem para todos os usuários. O scripts ~/.bashrc é carregado toda vez que o Bash é executado. E o script ~/.bash_logout toda vez que o Bash termina.

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