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Mude a prioridade de processos no Linux

Você conhece o comando nice e renice ?

É possível alterar a prioridade de execução dos processos, através dos comandos nice e renice. Estes comandos são extremamente úteis em ambientes multiusuário, onde é preciso dar mais ou menos fatias de processamento aos diversos programas dos usuários, para manter um ambiente estável e organizado.

$ nice [-n ajuste_de_prioridade] [comando]

O comando nice ajusta o tempo disponível de CPU de um processo para mais ou para menos prioridade.

No inglês a palavra “nice” quer dizer “legal”. Se o ajuste de prioridade para um processo for um número positivo, quer dizer que ele está sendo mais legal com os outros programas diminuindo a sua prio­ridade.

Se o ajuste for um número negativo, quer dizer que o programa está sendo menos legal, aumentando a sua prioridade de execução e sobrando menos tempo de CPU para os outros programas.

O ajuste de prioridade possível vai do –20 (mais prioridade / menos legal) até o 19 (mais legal, menos prioridade).

Se não for passado nenhum valor de ajuste, o comando nice ajustará a prioridade para +10, diminuindo o tempo de execução do processo.

$ nice updatedb &

Neste exemplo o comando updatedb tem menos prioridade de execução.

$ nice –n –10 folha_pagamento

Neste exemplo o comando folha_pagamento será executado com mais prioridade.

O comando renice ajusta a prioridade de execução de processos que já estão rodando. Por padrão, o comando renice recebe como parâmetro o PID de um determinado processo. O ajuste de prioridade é um número inteiro que vai do –20 (maior prioridade) até o +20 (executar qualquer coisa antes deste processo).

As opções mais usuais são:

  • -p: Recebe um PID para alterar sua prioridade.
  • -u: Recebe um nome de usuário para alterar a prioridade de todos os processos deste usuário em execução.
  • -g: Recebe um nome de um grupo para alterar a prioridade de todos os processos pertencentes a este grupo.
  • Exemplo:

# renice -1 987 -u daemon root -p 32

Neste exemplo, o processo de número PID 987, PID 32 e todos os processos de que os usuários daemon e root são donos vão ter mais prio­ridade.

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Ta precisando de um firewall de verdade?

Aprenda a configurar o Firewall pfSense, um firewall robusto e gratuito

O mercado de Firewall é extremamente grande. Se você imaginar que toda empresa hoje tem uma conexão com a Internet, e que essa conexão precisa ser compartilhada com segurança, você pode utilizar o pfSense para dar consultorias e fazer instalações de Firewall, cobrando uma mensalidade para manutenção. Já pensou nisso ?

O uso de software opensource fica cada vez mais interessante para empresas que buscam uma oportunidade de trabalhar com plataformas baratas e de qualidade como o Linux. Encontrar um firewall livre que seja mais simples de usar e consiga proteger a rede de ameaças externas com eficácia pode ser fácil, e o pfSense veio provar isso.

Nesse post você vai entender um pouco mais o que é pfSense, como ele pode ser uma boa oportunidade para redes e quais são suas principais características e vantagens. Acompanhe!

O que é o pfSense? 

O pfSense é um software livre e gratuito com base no sistema operacional opensource FreeBSD que foi adaptado para trabalhar como um firewall ou até mesmo como roteador de redes, e funciona em sistemas Linux. Desde sua primeira versão em 2004, seu uso cresce bastante por ser um sistema que pode ser instalado em diversos tipos de hardware, atendendo às necessidades de diferentes negócios e por ter a capacidade de expansão através do uso de inúmeros pacotes que podem modelar o uso da rede.

Quais as principais características do pfSense?

O pfSense trabalha com a maioria dos recursos que firewalls tradicionais oferecem – como bloqueio e controle de acesso e monitoramento de tráfego – mas por ter código aberto ele não tem tantas limitações e pode ser modificado e melhorado. Mesmo sem conhecimento aprofundado de sistemas UNIX, usuários conseguem instalar e configurar o serviço sem grandes dificuldades. Outros recursos adicionais que o pfSense também oferece – como a configuração de VPN (Virtual Private Network), geração de chaves RSA, e monitoramento de tráfego – fazem dele uma boa opção na hora de escolher o serviço.

Entre as principais características e vantagens do pfSense podemos destacar:

Interface configurável

Ao invés de linhas de código, como normalmente é o caso de firewalls opensource, o pfSense oferece uma interface web fácil de usar que pode ser configurada pelo usuário.

Pacotes de expansão

Por trabalhar em código aberto, o pfSense possui uma infinita variedade de pacotes que permitem a expansão do sistema. Eles permitem diferentes tipos de acesso, relatórios detalhados da entrada e saída de dados, formas de exportar configurações, e muitas outras funcionalidades.

Liberdade de hardware

O pfSense permite a instalação em diferentes tipos de hardware, e não é comercializado junto a um equipamento específico como é comum em sistemas de firewall comerciais. Para ajudar na hora da instalação, o pfSense.org oferece um guia de hardware recomendado para as necessidades de cada negócio.

Tabela de estado com mais controle

A tabela de estado permite que usuários verifiquem o tráfego e as configurações das redes usadas. Firewalls tradicionais já permitem esse acesso, mas o pfSense consegue um controle muito maior sobre ela graças ao Packet Filtering do OpenBSD.

Relatórios de uso

Além da tabela de estado, é possível monitorar estatísticas como o estado do firewall, rendimento total e individual do sistema, tempos de resposta, utilização da CPU, e pacotes enviados e recebidos.

Aprenda como usar o pfSense

Para conseguir explorar as vantagens do software opensource do pfSense, é importante contar com uma certificação que ensine as melhores formas de usar a plataforma e como configurar funções específicas, como definir o balanceamento de carga multi-wan e definir as regras de NAT. Ter esse conhecimento pode ajudar técnicos a conseguirem oportunidades de emprego em grandes empresas que já trabalham com o pfSense internamente.

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Benefícios da Certificação Linux

Veja os benefícios diretos da certificação LPI

1. Um ótimo meio de comprovar sua competência. Uma coisa é saber. A outra é comprovar. É por isto que a prova da
LPI exige muito do candidato, de forma que os aprovados são de fato capazes de operar um sistema Linux seja ele qual for.

2. Substituir uma possível falta de experiência. É muito comum nas entrevistas de emprego os candidatos serem preteridos por falta de experiência. Ainda mais para os recém-formados na área da computação. Mas uma certificação supre esta deficiência curricular com louvor.

3. Aprender o Linux de forma didática e objetiva. Se você já tentou aprender Linux mas desistiu, é porque tentou com o método errado. É preciso foco, disciplina e objetivos bem definidos.

4. Conseguir uma Promoção. A tão sonhada promoção só aparece para quem está bem preparado e para aquele que o chefe vê vontade e capacidade de crescimento. As empresas apostam sempre no potencial das pessoas e não no que a pessoa já fez. As empresas promovem olhando pra frente e não pelo espelho retrovisor.

5. Agregar valor ao seu cartão de visitas. Se você for um consultor de Informática, você irá agregar grande valor no seu cartão de visitas com uma certificação logo abaixo do seu nome. Pode apostar!

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Utilize vários terminais remotos com uma única conexão SSH

Você conhece o comando screen ?

O comando screen é um poderoso  gerenciador de janelas que multiplexa um terminal físico entre diversos processos. Ele permite que o usuário abra diversas instâncias de terminais diferentes em um mesmo terminal físico. Você ainda pode compartilhar seu terminal com outros usuários.

Se você necessitava de abrir diversas conexões SSH com seu Linux para ter mais de um terminal disponível, é porque você ainda não conhece o screen.

Uma vez que você digite screen, ele vai abrir um terminal como qualquer outro. Mas ele possibilitará diversos comandos. Para ver o HELP do screen, digite Ctrl-A e “?” (sem aspas). Todos os comandos do screen devem ser precedidos pelo Ctrl-A.

Imagine que você está conectado via SSH em um servidor e vai fazer um download de um arquivo grande que irá demorar 2 horas. Você pode rodar o download “dentro” do screen, se desconectar do terminal, e então reconectar mais tarde, até de outro computador.

$ screen

$ wget http://servidornaweb.com.br/arquivomuitogrande.tar.gz

Você poderá digitar Crtl-A e a tecla “d” para se desconectar do terminal. Agora você pode inclusive se desconectar da sessão SSH.

Quando quiser reconectar ao terminal do screen, reconecte na sessão SSH, e então digite o comado:

$ screen –r

Se você tiver mais de uma sessão aberta no screen, deverá informar a sessão a que deseja se conectar. Para ver quais sessões estão abertas:

$ screen -ls

There is a screen on:

        12604.pts-0.svnserver   (Attached)

1 Socket in /var/run/screen/S-ec2-user.

Para se conectar na sessão 12604:

$ screen –r 12604

Você também pode abrir diversas sessões com o Ctrl-A, depois “c”. Para alternar entre as sessões, você deve digitar Ctrl-A e depois “n” ou “p” para navegar para frente (Next) ou para trás (Previous). Isto evita que você precise se conectar em diversas vezes via SSH.

Você também pode ativar o log de tudo que foi digitado no terminal, ativando o log através do comando Ctrl-A e “H”. Para desativar o log, basta apertar Ctrl-A e “H” novamente.

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