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Você usa linux todos os dias
Você usa Linux Todos os Dias

Vamos aprender hoje sobre a história do Linux, que pode parecer trivial, mas é um ponto abordado no exame. É muito interessante como um hobbie de um garoto que estudava computação revolucionou o mundo como conhecemos, de forma tão discreta. A Internet como conhecemos e o uso de smartfones não seria possível sem o Linux.

Você que é profissional de TI, de suporte ou desenvolvedor, já pensou em aprender Linux de verdade?

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Os assuntos são mostrados de maneira mais ampla, na medida certa dentro da prova. É um material atualizado, contendo o conteúdo que será abordado. Cria confiança de que o que está estudando é para passar e não para te enrolar. Recomendo!
- Edson

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Joker
Só confio em quem faz aquilo que prega
0-1024x576 Só confio em quem faz aquilo que prega

‘Skin in the game’ é um uma expressão do mercado de investimentos que pode ser traduzida como ‘arriscar a própria pele’. De forma menos precisa é o nosso ‘dar a cara a tapa’.

O conceito é levado muito a sério entre investidores: gestores de um fundo devem ter boa parte de seu patrimônio em investimentos alocado no próprio fundo que gerem, de forma que a pele deles também esteja em risco ao tomarem decisões de compra e venda de ativos, ações e outros investimentos.

O mercado financeiro costuma usar mecanismos de auto regulação para evitar catástrofes – ainda que eles falhem ocasionalmente – como na crise americana de 2008.

‘skin in the game’ não é obrigatório por regulamentação, mas dificilmente um fundo decola sem obedecer a essa ‘regra’.

Se você não está disposto a arriscar a própria pele pela sua teoria, ela não tem valor nenhum no mercado.

Cunhado pelo megainvestidor Warren Buffet, aclamado como um dos maiores de todos os tempos, o conceito de ‘arriscar a própria pele’ ganhou grande popularidade ainda maior com o lançamento do livro homônimo de Nassim Nicholas Taleb em 2008.

O livro encerra a tríade ‘Incerto’, que reúne as três maiores obras de Taleb: ‘A Lógica do Cisne Negro’, ‘Antifrágil’ e ‘Skin In The Game’. Os três livros são best-sellers mundiais e são populares não apenas no mercado financeiro.

Aclamado por muitos como um dos grandes pensadores da atualidade e odiado por tantos outros, Taleb possui um estilo pouco afável, no entanto muito popular em autores de contracultura: língua afiada, pouco apreço pelo status quo e resultados práticos que comprovam suas afirmações.

O conceito se tornou central em debates entre acadêmicos e mercadólogos.

Enquanto na Academia o peso dado à formação de pesquisadores e professores é muito grande, o Mercado valoriza a prática, a capacidade de fazer valer aquilo que se afirma.

Virou moda nos últimos anos idolatrar empreendedores de sucesso que abandonaram os estudos em Universidades famosas, mas na prática vale a lógica do Cisne Negro:

Alguns tiveram sucesso mesmo abandonando a Faculdade, mas abandonar a Faculdade não é garantia nenhuma de sucesso.

O conceito do ‘Skin in the game’ não desmerece o estudo formal, só revalida que a teoria, sem aplicação prática, continua sendo só uma hipótese não comprovada.

O centro da discussão é as habilidades que são necessárias na Academia nem sempre são as necessárias no Mercado e vice-versa.

Então como formar os profissionais dos quais precisamos no século XXI?

A minha resposta para isso passa pela autorresponsabilidade: valorizar o estudo formal tanto quanto a prática profissional.

A diferença entre experiência acadêmica e prática ficaria evidente:

  1. Se colocássemos um professor de química numa fábrica de cerveja e se colocássemos um mestre cervejeiro para dar aulas de química na Universidade.
  2. Se colocássemos um investidor para dar aula de economia e um professor de economia para investir na Bolsa de Valores.

Neste cenário, é mais plausível que o professor de química tenha sucesso na fábrica do que o professor de economia no mercado.

Assim como é plausível que o mestre cervejeiro provavelmente seria um professor de química mediano e o investidor não saberia defender cientificamente as decisões que toma.

A teoria, sem a prática empírica, carece de validação.

Isso não diminui a importância de nenhum dos quatro profissionais acima, mas enfatiza as diferenças cada vez mais gritantes entre teoria e prática: assim como saber explicar não é saber fazer, saber fazer também não garante saber explicar o que é feito.

Com o ritmo de avanço atual (seja tecnológico, cultural, comunicacional, mercadológico, qualquer que seja a perspectiva) ficou evidente que o modelo de educação já não acompanha mais a necessidade do chamado ‘mercado de trabalho’.

O próprio modelo de ‘trabalho’ que se convencionou desde a Revolução Industrial e evoluiu ao longo do século XX já não atende mais as necessidades do mundo atual.

Enquanto assistimos a uma nova revolução do trabalho, esta mesma revolução não acontece na educação. Continuamos formando as pessoas mais ou menos do mesmo jeito há 40 anos, senão 100 ou 200.

O profissional que hoje faz uma Faculdade por cinco anos para só então viver a realidade do mercado chega atrasado. Atrasado na carreira, na vida, na maturidade profissional.

Os cursos noturnos resolvem parte do problema, mas não o problema todo. A capacidade de absorção fica prejudicada após uma jornada de – pelo menos – 8 horas de trabalho e o próprio conteúdo do curso vai ficando distante da realidade enfrentada por quem trabalha conforme o curso avança.

Também existe um distanciamento entre o que os ‘professores com experiência de mercado’ (argumento de venda comum em propagandas de cursos universitários) ensinam e aquilo que acadêmicos puros ensinam.

A distância cresce ainda mais em duas circunstâncias: Universidades Públicas e Universidades de Baixo Custo.

Enquanto nas Universidades Públicas (no Brasil) existe uma inclinação natural para a pesquisa, maiores recursos para investimento em laboratórios e centros técnicos do que em Universidades Privadas (o que eu pessoalmente acho bom), nas Universidades de Baixo Custo existe um achatamento da hora aula e uma tendência de contratação de profissionais que não estão em atuação no mercado e que acabam se dedicando exclusivamente às aulas, já que precisam dar muitas aulas para perfazer alguma renda.

Os estereótipos decorrentes dessas duas realidades nós todos conhecemos.

Existe solução?

A recomendação, partindo do pressuposto defendido por Taleb, é óbvia: estude com quem realmente fez ou faz algo digno de nota, aprenda com quem realmente pratica aquilo que prega.

É um conselho muito bom, no entanto bem difícil de ser colocado em prática.

Bons profissionais em geral estão mais dedicados a fazer do que a ensinar, o que torna a existência deles escassa por natureza.

Bons profissionais são bem pagos, ainda mais num mercado com escassez de gente competente como o Brasil. Isso torna ainda mais difícil colocá-los em sala de aula.

Então como conseguir aprender baseado na experiência de profissionais que não estão disponíveis?

A resposta, para um leitor de Taleb, é evidente: use a validação reversa daquilo que é ensinado pelo profissional.

Seguindo o exemplo acima: compre cerveja artesanal de mestres cervejeiros comprovadamente bons, que tenham sido premiados mesmo que seja em festivais locais. Experimente a cerveja antes de comprar. Coloque à prova antes de confiar.

Só faça um curso de cervejaria artesanal com quem já fez muita cerveja e sabe resolver os problemas quando eles ocorrerem. Porque somente seguir a receita nem sempre é garantia de fazer boa cerveja.

Estude investimentos com quem já obteve resultados comprovados, práticos, já ganhou e já perdeu dinheiro (nunca confie em alguém que ensina a ganhar e nunca perdeu, ninguém é infalível). Mas lembre-se do Cisne Negro: resultados anteriores não garantem sucessos posteriores.

Fiz um curso de sushi em 2018. Meu professor tem um restaurante de sushi movimentado e é reconhecido como um grande sushiman. A experiência foi sensacional.

A máxima que corre no mercado é baseada na observação prática:

Não dá para confiar num Palestrante de Sucesso que sai de uma palestra sobre Como ganhar dinheiro num Corsa ano 98.

Para muitos isso soa preconceituoso ou radical. Não é. É apenas anti hipócrita.

A melhor forma de moldar um mercado no qual parasitas e vendedores de promessas não atrapalhem acadêmicos nem profissionais de mercado é usando o princípio da pele em jogo.

Resumindo:

  • Não dá para confiar em alguém que vende um curso ‘Como ter sucesso nas Redes Sociais’ e tem 1.000 seguidores.
  • Não dá para confiar num dentista com os dentes sujos.
  • É difícil confiar num cardiologista gordo.
  • Não dá para levar a sério um personal trainer fora de forma.
  • É difícil confiar num motorista de Uber com o carro todo amassado.

As aparências enganam quem se permite ser enganado, uma vez que de discurso o mundo já está cheio.

A premissa de arriscar a própria pele no fim é anti hipocrisia.

Só confio em quem faz aquilo que prega.

E você?

AUTOR: Rafael Rez, com quem tive a honra que ser aluno.
Texto original publicado em aqui.

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Material mais que essencial

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Certificação Linux LPI-1

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Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020
tendencias-ti-2020 Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

Em quase todos os setores, desde as organizações tradicionais ou de ponta estão adotando tecnologias para otimizar seus processos e aumentar a eficiência dos negócios. Nunca antes a tecnologia foi tão crucial para ampliar e melhorar os negócios.

Para garantir que sua carreira de TI permaneça no caminho certo, compilamos uma lista de seis tendências de tecnologia que irão governar quais habilidades estarão em alta demanda.

Blockchain

Como-funciona-a-BlockChain-Passo-a-Passo Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

Desde o seu surgimento em 2008, blockchain se estabeleceu como uma tecnologia inovadora com enorme potencial para transformar negócios e impactar todos os setores e indústrias.

À medida que mais organizações começam a perceber a infinidade de oportunidades que a tecnologia blockchain pode oferecer, elas estão se esforçando para colocar as mãos na limitada oferta de especialistas em blockchain qualificados e experientes.

Fintecs, Escolas virtuais, Empréstimos entre pessoas físicas, câmbio entre pessoas, aluguel de carros, aluguel de espaços, enfim, compartilhamento de qualquer coisa por qualquer um e criptomoedas já são uma realidade.

O Blockchain revoluciona porque ele tira o intermediário da transação, que antes servia como acreditador ou verificador.

Desta forma, as pessoas podem transacionar qualquer coisa entre sí, de forma que rede assegura a transação é segura. Então ele tira bancos, escolas, locadoras, bancos centrais, cartórios e outras organizações intermediadoras da jogada.

AI e Machine Learning

ilustracao-com-diagrama-sobre-machine-learning-1 Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

O aprendizado de AI e de máquina é um tema importante de conversação entre as organizações como um todo, não apenas nos departamentos de TI.

Embora nem todas as empresas estejam prontas para contratar essas habilidades ainda, a demanda está crescendo a partir de empregadores interessados ​​em investigar e descobrir as novas oportunidades que as soluções de IA e aprendizado de máquina podem oferecer.

Os profissionais de TI com esse conjunto de habilidades serão cada vez mais procurados, à medida que as organizações buscarem maneiras de se manterem competitivas e impulsionarem a inovação.

machine-learning Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

O Machine Learning pode ajudar a minerar, classificar dados e também a interagir com seres humanos da maneira mais humana possível.

A “Siris”, “Oi Google” e “Alexa” estão ai pra provar que o Machine Learning chegou pra ficar.

Ciência e Engenharia de Dados

Datamining Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

A demanda por profissionais de dados continua a crescer rapidamente. De acordo com os trabalhos mais promissores do LinkedIn em 2019, as vagas para funções de cientistas de dados cresceram 56% no comparativo anual.

Toda organização está coletando dados, analisando-os e procurando solucionar problemas e tomar decisões de negócios mais informadas, através de uma melhor utilização de seus dados.

Os cientistas de dados, engenheiros e analistas com experiência em R, Python, Scala e / ou SQL com ferramentas de visualização de dados são, portanto, procurados para auxiliar as organizações na exploração de seus dados. Dados Cientistas com grande experiência em dados usando tecnologias como o Hadoop também são amplamente desejados.

O Walmart nos Estados Unidos já usa o datamining para cruzar suas últimas compras com os encartes de promoções que você irá receber. Se uma mulher compra algodão e óleo corporal, muito provavelmente irá receber promoções de produtos de bebe e maternidade. Se comprar mangueiras e chaves de fenda, irá receber promoções de produtos pra quem acabou de se mudar.

Engenharia de Nuvem

Cloud_computing.svg Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

Independentemente da solução de computação em nuvem escolhida por uma organização, os engenheiros de nuvem precisarão planejar, desenvolver, configurar, manter e oferecer suporte ao software e à infraestrutura em nuvem.

Engenheiros de nuvem com um amplo conjunto de habilidades em várias tecnologias de nuvem e exposição a projetos de migração de nuvem estão em demanda, com a AWS e o Azure continuando a dominar esse espaço com o GCP ganhando popularidade lentamente.

Os CPDs de todas as empresas estão migrando para a nuvem. Isso já é uma realidade.

DevOps

devops-process Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

Alguns anos atrás, “DevOps” era um termo cunhado que poucos conheciam. Avançando para 2019 e DevOps Engineer é o trabalho mais recrutado de sempre no LinkedIn.

Com as organizações procurando integrar seus aplicativos de negócios internos e entregar novos softwares mais rapidamente a seus clientes, os candidatos com um conjunto de habilidades de DevOps estão em alta demanda para agilizar efetivamente o processo.

A demanda é particularmente forte para candidatos com histórico de desenvolvimento, já que os empregadores estão vendo os benefícios adicionais que um forte histórico de programação pode oferecer a uma organização.

DevOps é simplesmente a melhor solução para entregar software e também a escalar serviços na Internet.

Segurança Cibernética

Cybersecurity-Graphic Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

À medida que as organizações buscam cada vez mais a transformação digital e constroem negócios baseados em dados, o risco de ameaças cibernéticas e violações de dados nunca foi tão alto.

Especialistas em segurança cibernética com habilidades em testes de penetração e detecção de intrusão, DevSecOps, segurança na nuvem e criptografia são altamente procurados para proteger as vastas quantidades de dados e informações confidenciais que estão sendo coletados e armazenados.

E com a obrigatoriedade da LGPD em 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, nº 13.709/2018, todas as empresas terão de se adequar para assegurar a proteção de dados de seus clientes, de forma a garantir controle sobre a coleta, uso e transferência de dados pessoais no Brasil, disciplinando o tratamento de qualquer informação que identifique uma pessoa.

Isso significa que a partir do ano que vem, qualquer empresa pública ou privada precisará adequar seus processos para obter o consentimento explícito e assegurar a proteção dos dados de clientes na hora de coletar, armazenar e usar essas informações.

Além de aumentar o controle do titular (dono dos dados) sobre as informações, a lei traz mais transparência e segurança jurídica para as entidades dos setores público e privado.

Por isso é tão importante entender e investir, da adequação de equipamentos de TI e cybersegurança, com ações de combate a vazamento de dados, dentre outras ameaças virtuais.

Massive_disruptions Seis Tecnologias que Todo Profissional de TI deve saber em 2020

Em um mundo em que o software está engolindo tudo, em que os dados e análise de dados é tudo, todas as coisas estão conectadas, em que tudo é vendido como serviço e todas as coisas estão nas nuvens, é essencial estar bem preparado.

Garanta que seu talento em TI fique sempre por perto

A competição por talentos qualificados continua forte no atual mercado de trabalho. O aumento da remuneração e a alta demanda por profissionais de tecnologia significa que eles estão mais ansiosos para aproveitar novas oportunidades.

gestao_de_talentos_ti Garanta que seu talento em TI fique sempre por perto

De acordo com um estudo recente do LinkedIn, o setor de tecnologia enfrentou a maior taxa de rotatividade em comparação com outros setores, com 13,2% em 2017.

Enquanto o dinheiro fala, quando se trata de reter o talento técnico que você quer, o salário não é tudo. A cultura da empresa e as oportunidades de carreira têm um enorme impacto sobre o desejo de ficar, especialmente quando você se depara com start-ups da moda ou com gigantes da tecnologia bem pagos.

Inspirar seu talento técnico superior para ficar com você pode parecer uma batalha constante e difícil, mas realmente não precisa ser assim. Aqui estão algumas dicas para garantir que seus melhores funcionários permaneçam por perto:

Entenda o que seus funcionários valorizam: Refeições servidas, mesas de pebolim, salas de entretenimento e escritórios que aceitam animais de estimação.

sala-google-brasil-1024x639 Garanta que seu talento em TI fique sempre por perto

Uma vez perguntei para uma funcionária de boutique uma marca de Café em cápsulas famosa, se ela gostava de trabalhar lá. Ela disse que sim, e que o principal motivo era que a gerência se preocupava com eles. Perguntei o que especificamente isso significava. A resposta foi simples e ao mesmo tempo arrebatadora: eles servem suco de frutas pra gente.

De todas as indústrias, a tecnologia oferece algumas das vantagens mais elaboradas e modernas para ajudar a atrair e reter talentos. Mas eles funcionam? Claro, eles podem ser atraentes nos estágios iniciais da carreira, mas se você oferecer essas vantagens sem entender o que os funcionários realmente precisam para fazer o melhor trabalho, é improvável que você perceba um aumento nas taxas de retenção ou na produtividade de seu investimento.

Sugerimos que a melhor maneira de saber o que seus funcionários desejam é se envolver com eles e descobrir quais benefícios eles valorizam. Crucialmente, certifique-se de seguir o que eles disseram. Afinal, conversar com os funcionários é como o Facebook aperfeiçoou seus benefícios em primeiro lugar. Todo ano, o Facebook convida seus funcionários a realizar uma pesquisa de benefícios que mede a satisfação e o envolvimento com o programa de benefícios.

Compartilhe a visão: O trabalho significativo é importante para todos os profissionais de tecnologia e, com a natureza de seu papel, pode ser fácil colocá-los em caixa no cargo técnico. Aproveite o tempo para ajudá-los a entender como cada um de seus papéis está contribuindo para a missão e a visão da organização e destacar como seu trabalho é importante.

Os funcionários que entendem seu objetivo e contribuição para as metas gerais da organização serão mais comprometidos e engajados.

O Salesforce tem um modelo exclusivo chamado V2MOM (visão, valores, métodos, obstáculos e medidas) que alinha a liderança e a estratégia da empresa com as metas de cada funcionário.

O V2MOM de cada funcionário é exclusivo para eles, mas está alinhado com o V2MOM da empresa. Isso permite esclarecer a direção do negócio e permite que os funcionários mapeiem suas metas de acordo com o negócio.

alcatel_lucent-e1437950518809-684x456 Garanta que seu talento em TI fique sempre por perto

Na Lucent Technologies onde trabalhei tínhamos o GPP (Global Performance Plan) que nada mais era do que uma folha A4 riscada ao meio. Na parte da esquerda tínhamos o que se esperava de nós pelo próximo ano, com metas claras e fáceis de medir. Na parte da direita, cada funcionário colocava seus resultados obtidos no período e toda a avaliação era medida por ali.

Saiba ainda que 90% do trabalho de reter talentos é trabalhar com os gestores intermediários.

As pessoas deixam os gerentes, não as organizações: os profissionais de tecnologia não querem apenas ficar sozinhos para codificar, querem poder contribuir com ideias e oferecer novas maneiras de fazer as coisas, então empregam gerentes comprometidos em ajudar os funcionários a crescer.

Eles devem ser bons em motivar e inspirar os membros de sua equipe, gerenciando o desempenho – bom e ruim, e estabelecendo metas úteis.

Gerentes especializados geram desempenho, engajamento e retenção e desempenham um papel fundamental na conquista de metas de negócios, portanto, recompense os gerentes que o fizerem com sucesso.

Também é aconselhável reservar um tempo para analisar o que sua organização faz para desenvolver seus gerentes.

Incentivar o desenvolvimento profissional e pessoal: ao investir no desenvolvimento de cada funcionário, você os ajuda a se aproximar de suas metas profissionais.

Promova conversas que lhes permitam ser honestos e abertos sobre o que querem alcançar, tanto a nível profissional como pessoal. Em uma pesquisa com desenvolvedores, o Stack Overflow descobriu que os profissionais de tecnologia priorizam oportunidades para trabalhar em papéis diferentes ou mais técnicos em relação a outros fatores por uma grande margem.

Na Lucent, o GPP como falei acima sempre tinha duas ou três metas pessoais que o funcionário tinha que buscar atingir. Pode ser tirar carteira de motorista, aprender uma nova língua, etc. E isso fazia parte da avaliação do funcionário.

Incentivar a orientação de indivíduos ambiciosos para dirigir e treinar funcionários juniores. Envie funcionários para conferências e encontros e dê a eles a chance de trabalhar em outros projetos. Recomende cursos on-line, seminários on-line e comunidades para funcionários que desejam aumentar seu conjunto de habilidades técnicas.

Dito isso tudo, é importante criar uma cultura de promover a partir de dentro: Criando uma cultura da empresa que valoriza o avanço na carreira dos funcionários levará a maior envolvimento e retenção dentro da organização.

Recompensar funcionários de alto desempenho demonstra que você se importa com a progressão e o desenvolvimento de sua carreira. Ele também ajudará na criação de um fluxo de talentos para a liderança de sua organização. Com profissionais de tecnologia altamente qualificados já em falta, faz sentido cultivar seus candidatos a partir de dentro.

Invista em seu talento tecnológico e eles investirão em você.

T.I Precisa Ser o Salva-Vidas das Empresas

Como e por que os especialistas em TI precisam ser experientes em negócios e não só em tecnologia

ti-salvavidas-das-empresas T.I Precisa Ser o Salva-Vidas das Empresas

A tecnologia está saindo da sala de servidores e para o domínio comercial mais amplo, como uma ferramenta crucial para manter as organizações competitivas.

Portanto, à medida que a TI se alinha à estratégia corporativa geral, a visão de negócios torna-se tão importante quanto a especialização técnica, dizem especialistas em recrutamento.

É preciso que o profissional de T.I. entenda não só da tecnologia, mas de todo o negócio da organização em que trabalha, de forma a participar ativamente do “core-business” da organização, seja ele qual for.

A digitalização avançada e a simplificação dos meios de comunicação através dos smartfones, está levando a tecnologia a todos os cantos do mundo dos negócios.

É crucial que os profissionais de TI procurarem oportunidades para expandir seu conhecimento comercial dentro do espaço corporativo cada vez mais homogêneo.

É importante para esses profissionais abraçar oportunidades dentro e fora de sua organização e construir seu know-how corporativo.

Uma das maneiras mais eficientes que um profissional de TI pode utilizar para melhorar sua perspicácia nos negócios é obter uma ampla base de experiência comercial, expondo-se a tantas áreas diferentes de uma empresa quanto possível.

Para tal, o profissional deve oferecer-se para participar de qualquer reunião, ler relatórios anuais e envolver-se com iniciativas internas é uma ótima maneira de se tornar mais engajado e cultivar relacionamentos com pessoas de outros departamentos.

Além disso, participar de reuniões com a gerencia fornecerá insights sobre como e por que determinadas decisões são tomadas e permitirá alinhar seu trabalho com as mesmas estratégias da empresa.

Também recomendamos trabalhar com um mentor em sua organização que você respeite e admire em uma função não relacionada à TI. Isso ajudará a ampliar ainda mais seu conhecimento interdepartamental.

Procure ler notícias e materiais relacionados ao setor, participar de associações profissionais ou órgãos do setor, inscrever-se em cursos educacionais e participar de eventos. Respirar ar de fora da organização trás excelentes insights para dentro da organização.

Outro grande aprendizado é fazer o exercício de entender a jornada do cliente, pois a tecnologia está permitindo que as melhores experiências do usuário respondam a mudanças no comportamento do consumidor. As organizações valorizam os funcionários que estão em sintonia com essas mudanças e podem sugerir novas maneiras para o negócio se adaptar e melhorar ainda mais o atendimento e a experiência do cliente.

Certifique-se de construir uma compreensão do usuário final em seu trabalho, para que você apele ao seu público-alvo e ao mercado comercial.

Os líderes de TI de hoje não estão dentro da esfera técnica, mas fornecem soluções de negócios mais amplas.

Especialistas em TI com um desejo genuíno de melhorar seus conhecimentos de negócios estão em uma posição única para atuar como um elo entre os mundos corporativo e técnico e isso levará a um sucesso de carreira a longo prazo.

Por que o Linux é gratuito?

Para responder essa pergunta é preciso entender a história da criação deste sistema operacional.

historia-do-linux Por que o Linux é gratuito?

Primeiro, o UNIX

O sistema operacional Unix foi concebido e implementado em 1969 pela AT&T Bell Laboratories nos Estados Unidos por Ken Thompson, Dennis Ritchie, Douglas McIlroy, e Joe Ossanna.

Ken_Thompson_and_Dennis_Ritchie Por que o Linux é gratuito?
Ken Thompson e Dennis Ritchie

Lançado pela primeira vez em 1971, o Unix foi escrito inteiramente em linguagem assembly uma prática comum para a época.

Depois, esses caras viram que era inviável escrever algo tão completo em Assembly. Dai resolveram escrever uma linguagem de algo nível. Chamaram-na de Linguagem B, de Bell Labs.

Essa linguagem evoluiu e depois foi chamada de Linguagem C, simplesmente porque vinha depois de B.

Mais tarde, em 1973, o sistema foi reescrito na linguagem de programação C por Dennis Ritchie.

A disponibilidade de uma implementação do Unix feita em linguagem de alto nível fez a sua portabilidade para diferentes plataformas de computador se tornarem mais fácil. Na época, a maioria dos programas era escrita em cartões perfurados que tinham de ser inseridos em lotes em computadores mainframe.

Pdp-7-oslo-2004 Por que o Linux é gratuito?
DEC PDP-7 é um minicomputador produzido pela Digital Equipment Corporation

Devido a uma lei antitruste que a proibia de entrar no negócio de computadores, a AT&T foi obrigada a licenciar o código fonte do sistema operacional para quem quisesse.

Com o resultado, o Unix cresceu rapidamente e se tornou amplamente adotado por instituições acadêmicas e diversas empresas. Em 1984, a AT&T se desfez da Bell Labs; livres da obrigação legal exigindo o licenciamento do royalty, a Bell Labs começou a vender o Unix como um Software proprietário, chamado de Unix System V.

Ricard Stallman resolve escrever um sistema operacional

stallman_1983 Por que o Linux é gratuito?
Richard Stallman, founder of the GNU Project and the Free Software movement. Stallman is the philosophical godfather of the movement. Photo by J.T.S. Moore

O Projeto GNU, iniciado em 1983 por Richard Stallman, teve o objetivo de criar um “sistema de software completamente compatível com o Unix”, composto inteiramente de software livre. Ele chamou esse sistema de GNU – GNU is Not Unix – um acrônimo recursivo.

gnu_gpl Por que o Linux é gratuito?

Mais tarde, em 1985, Stallman começou a Free Software Foundation e escreveu a Licença Pública Geral GNU (GNU GPL) em 1989. No início da década de 1990, muitos dos programas necessários em um sistema operacional (como bibliotecas, compiladores, editores de texto, uma Unix shell, e um sistema de janelas) foram concluídos, embora os elementos de baixo nível, como drivers de dispositivo, daemons e as do kernel foram paralisadas e não completadas.

Minix, o Unix para ensinar sistemas operacionais

Em 1987, o professor Andrew S. Tanenbaum criou um sistema operacional compatível com UNIX portado para PCs.

andrew-s-tanembaum Por que o Linux é gratuito?
Prof. Andrew S. Tanenbaum

Seu objetivo era usar esse sistema criado em Linguagem C e Assembly para explicar os princípios dos seu livro-texto, “Operating Systems Design and Implementation” de (1987).

Um abreviado das 12.000 linhas de código do Kernel, gestor de memória e sistema de arquivo do MINIX 1.0 estão no livro. Prentice-Hall também libertou o código fonte MINIX em disquetes com um manual de referência. MINIX 1 possuia um sistema de chamada compatível com a Sétima edição do UNIX.

O Minix se popularizou no meio acadêmico da computação, pois a maioria dos estudantes queria rodar o Unix que utilizavam nas Universidades, mas devido ao preço do hardware e licenças de software, era algo proibitivo.

Linus Torvalds resolve fazer o seu próprio sistema compatível com Unix

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Linus Torvalds, um estudante de computação da Universidade de Helsink, começou o desenvolvimento do núcleo de seu sistema compatível com Unix como um projeto particular, inspirado pelo seu interesse no Minix.

Ele limitou-se a criar, nas suas próprias palavras, “um Minix melhor que o Minix” (“a better Minix than Minix”). E depois de algum tempo de trabalho no projeto, sozinho, enviou a seguinte mensagem para na lista de discussão da usenet comp.os.minix:

linus-torvald-first-linux-email Por que o Linux é gratuito?
Famoso email de anúncio do Linux

Olá pra todos que usam o minix

Eu estou fazendo um sistema operacional (gratuito) (é só um hobby, não é grande e profissional como o GNU) para meu 386(486) AT. Tenho trabalhado nele desde abril, e agora está começando a ficar pronto. Gostaria de um feedback de coisas que as pessoas gostam/detestam no Minix, uma vez que meu sistema se assemelha a ele (mesmo layout físico do sistema de arquivos (devido a praticidade) e outras coisas).

Eu já portei o bash(1.08) e gcc(1.40), e as coisas parecem funcionar.

Isto implica que vou ter algo prático dentro de alguns meses, e eu gostaria de saber quais são as características que as pessoas mais querem. Qualquer sugestão será bem-vinda, mas eu não prometo que irei implementar 🙂

PS. Sim – não tem nenhum código do minux, e tem um sistema de arquivos multi-thread. Não é portável (usa o gerenciador de tarefas do 386 etc) e é provável que nunca irá funcionar com qualquer outro HD diferente do que eu tenho. 🙁

Tradução livre do e-mail

No dia 5 de outubro de 1991 Linus Torvalds anunciou a primeira versão “oficial” do núcleo Linux, versão 0.02.

Quase que o Linux não foi criado

Se o GNU tivesse sido lançado antes de 1991, Linus Torvalds provavelmente não teria criado o Linux e utilizado o 386BSD.

De qualquer forma, o pessoal do movimento do software livre deixou sua contribuição, pois no ano de 1992, impactado pelo movimento GNU e Free Software, Linus Torvalds mudou a licença do núcleo Linux, de uma licença própria para uma licença livre compatível com a GPL do projeto GNU.

Desde então, muitos programadores têm contribuído com o desenvolvimento, ajudando a fazer do Linux o núcleo de enorme sucesso colaborativo que é hoje.

Linux é um sucesso porque é colaborativo

No início era utilizado por programadores ou só por quem tinha conhecimentos e usava linhas de comando. Hoje isso mudou e existem diversos grupos que criam ambientes gráficos para as diversas distribuições GNU/Linux, que são cada vez mais amigáveis, de forma que, uma pessoa com poucos conhecimentos consegue usar o Linux, através de uma distribuição GNU/Linux, por exemplo.

Hoje o Linux é um núcleo estável e consegue reconhecer muitos periféricos sem a necessidade de que o usuário precise instalar drivers de som, vídeo, modem, rede, entre outros.

Curiosamente, o nome Linux foi criado por Ari Lemmke, administrador do site ftp.funet.fi que deu esse nome ao diretório FTP onde o núcleo Linux estava inicialmente disponível. Linus inicialmente tinha-o batizado como “Freax”.

Por que estudar Linux?

Saudações,

Se você está lendo estas palavras, é porque você, provavelmente, tomou várias decisões. 

Em primeiro lugar, você, provavelmente, conhece algo sobre o movimento de Software Livre no Brasil, e sua importância para a economia de seu país. Você, provavelmente, já percebeu que existe uma disponibilidade de código fonte de projetos como GNU e o Linux Kernel, através dos quais você pode adequar o sistema operacional para melhor se enquadrar às suas necessidades ou as necessidades de seu empregador. 

Em segundo lugar, você pode estar usado Linux em seu PC em casa, ou talvez você é um administrador de um sistema como Solaris, AIX, HP/UX, ou algum outro sistema de propriedade Unix e logo, você começou a usar Linux no trabalho. Ou ainda, você se sente pronto para trabalhar em uma empresa que trabalha como sistema Linux em tempo integral.

Em terceiro lugar, você pode ter olhado em um jornal e percebeu que alguns anúncios de emprego já estão exigindo que o candidato tenha “Certificação de LPI”, e você deseja saber o motivo de tal requisito. Afinal de contas, você já sabe como manter um sistema de Linux! 

Quando eu comecei em informática, trinta e cinco anos atrás, as coisas eram muito, mas muito mais simples do que elas são hoje. Um programador só precisava saber como perfurar cartões e como escrever na linguagem FORTRAN (ou COBOL). Não havia Internet ou vírus, somente interfaces gráficas pobres, e a memória principal era medida em kilobytes, nada de megabytes ou gigabytes. Na realidade, nem se quer existia algum título oficial para o cargo que temos hoje de “administrador de sistemas”, uma vez que cada sistema era executado por “operadores” que se preocupavam com uma máquina específica, e não com a interatividade de várias máquinas que trabalham em conjunto.  

Hoje, nós temos que nos preocupar com segurança, tráfico de rede e tabelas de rotas, subnets, e demais assuntos de rede. Temos que controlar migração de dados e de programas de um sistema para o outro, e a interoperabilidade de várias redes e protocolos. Nós temos que ser capazes de planejar o crescimento, além de resolver problemas. E a partir dessas necessidades que originaram as tarefas e o título de “Administrador de Sistemas.”

Em reconhecimento do crescimento fenomenal do sistema operacional GNU/Linux, o Linux Professional Institute, uma organização sem fins lucrativos sediada no Canadá, estipulou uma série de qualificações que um administrador de sistemas Linux deve possuir. Eles também criaram testes com o intuito de verificar se essas atribuições são dominadas pelo administrador em questão.

Assim, se o administrador dominar uma média pré-definida desses requisitos, então ele, provavelmente, possui o conhecimento necessário para administrar sistemas de GNU/Linux. Mantendo o espírito de Software Livre, o instituto publicou os objetivos dos testes em seu site, de modo que diferentes métodos de estudo podem ser desenvolvidos.

Este curso é um exemplo de um método de treinamento para lhe ajudar a alcançar este nível de conhecimento. 

O conhecimento de sistemas de GNU/Linux por si só não desenvolve um mestre em administração de sistemas, mas para o gerente que está contratando, ter alguém que passou no teste LPI, lhe dá a segurança que o mesmo está contratando um administrador com um desempenho adicional e medido através da certificação. 

Claro que o contratante também pode conferir o potencial do candidato com seus ex-empregadores ou professores. E porque também não verificar as realizações prévias do empregado como listado em seu currículo? Mas o fato do candidato ter sido aprovado nos exames de LPI assegura para o empregador que o candidato em questão, com certeza, se trata de um BOM administrador de sistemas GNU/Linux. 

Para aqueles que desejam estudar e desenvolver uma carreira em Administração de Sistemas, por favor, sinta se seguro ao utilizar os objetivos listados para cada um dos exames LPI e os veja como um bom guia de estudo com as informações que você deve saber. Pois eles foram desenvolvidos para administradores de sistemas e por administradores de sistemas. Assim, mesmo que você não tenha a intenção de fazer os exames de LPI formalmente, saiba que este material lhe tornará um melhor administrador de sistemas. 

Finalmente, dê as boas-vindas a este livro, pois se trata de um guia relativamente barato para estudar e alcançar a sua meta de se tornar um administrador de sistemas GNU/Linux certificado. 

Não será o fim de sua aprendizagem, mas um BOM começo. 

Jon “maddog” Hall
Diretor executivo
Linux International

Jon Hall trabalha na indústria da computação desde 1969, utiliza o sistema Unix desde 1977, e o Linux desde 1994.

Ele já foi engenheiro de software, administrador de sistemas, gerente de produtos, gerente de marketing e educador profissional.

Jon é o diretor executivo do Linux International desde 1995, como voluntário nos primeiros quatro anos. Ele já foi empregado de empresas como a VA Linux Systems, Compaq Computer Corporation no grupo Digital UNIX Marketing e também no Bell Laboratories, dentre outras empresas.

Antes disto, ele era o chefe do departamento de ciência da computação na Hartford State Technical College, onde seus alunos carinhosamente o apelidarem de “maddog”. Jon tem mestrado em ciência da computação pela RPI em 1977 e bacharelado em comércio e engenharia pela Drexel University em 1973.

Jon “Maddog” Hall, é uma das personalidades de maior reconhecimento internacional no movimento Linux. Seu trabalho como embaixador do Linux, envolve correr o mundo em reuniões com grandes corporações, instituições e comitês, para consolidar padrões abertos para a indústria, representando os interesses de grandes projetos dessa plataforma.

Ele também é autor dos livros:

– Red Hat Linux 9 for Dummies
– Red Hat Linux 8 for Dummies
– Red Hat Linux 7.3 for Dummies
– Linux for Dummies, Second Edition
– Linux in a Box for Dummies
– Red Hat Linux Fedora for Dummies
– Red Hat Fedora Linux 2 For Dummies
– Red Hat Linux Fedora Desktop Kit for Dummies
– Beowulf Cluster Computing With Linux (Scientific and Engineering Computation)

Aprender Linux pode ser divertido

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Se você for bom mesmo, resolva essa palavra cruzada e ganhe o curso.

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E se você já se decidiu, veja nosso Guia de Certificação.

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Quanto custa uma Certificação em Linux?

Com certeza a escolha econômica reflete um pouco na decisão de qual certificação escolher.

Os valores abaixo são por prova:

ProvaInvestimento
LPI Linux EssentialsUS$ 105
LPIC 101 /102 / 201 / 202 (por prova)US$ 173
LPIC-3 304 / 300 / 303 (por prova)US$ 173
LPI DevOps Tools 701US$ 173
CompTIA Linux+ XK0-004 US$ 329
Linux Foundation Certified SysAdmin (LFCS)US$300
Linux Foundation Certified Engineer (LFCE)US$300

Na prática os preços são parecidos. Qual certificação escolher? Vale uma consulta nos sites de empregos e opinião de headhunters.

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