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IBM compra RedHat

No último domingo,28, anunciamos publicamente um acordo para a aquisição da Red Hat pela IBM com o objetivo de criar, mundialmente, o mais importante fornecedor de nuvem híbrida, que proporcionará à indústria soluções modernas e flexíveis de open source para o desenvolvimento de qualquer classe de aplicações e implantações.

Essa operação, baseada em um relacionamento de mais de 20 anos entre as companhias, dará como resultado a escalabilidade e aceleração necessárias para que as soluções de open source cheguem agora com um impacto muito maior, a todos os nossos clientes que estão passando pelo processo de transformação digital. 

A Red Hat será uma unidade independente dentro do segmento de Negócios de Nuvem Híbrida da IBM.

O compromisso da IBM com a inovação do open source  e nosso modelo de desenvolvimento continuam sendo os mesmos. Toda a equipe da Red Hat,  em conjunto com a IBM, continuará avançando na sua convicção sobre o poder da participação e colaboração no mundo.

O mundo Open Source ganhará? Só o tempo dirá.

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Como se preparar para o exame LPI

Etapas para se preparar para a certificação Linux LPI 

Os exames de certificação Linux LPIC-1 101 e 102 requerem um conhecimento profundo dos fundamentos do Linux.

Assim, eles validam suas habilidades e provam que você é um especialista e tem mais conhecimento em comparação com associados não certificados.

Segue algumas dicas que ajudarão você a passar no exame LPIC-1

1. Crie um plano de estudo

Um dos passos importantes para se preparar para o exame de certificação é entender onde concentrar suas energias.

Você deve entender os objetivos do exame de certificação e encontrar seus pontos fortes e fracos relacionados às habilidades, conceitos, áreas de conhecimento e tecnologias a serem testadas.

Crie um plano de estudo para se preparar para o exame, cobrindo todos os objetivos do exame.

Nosso curso preparatório cobre todos esses objetivos e possui uma agenda de estudos personalizada, onde você define quantas horas e dias por semana tem para estudar e ela cria seu plano de estudos.

2. Comece a preparação mais cedo

Você deve começar a preparação pelo menos dois meses antes do exame para que você não se sinta apressado.

Comece devagar e depois suba para o modo de preparação completa. Revise os objetivos dos exames.

Depois de ter uma idéia do que o exame cobrirá, revise os documentos para cobrir os objetivos.

3. Comece com o Linux + Guia de Estudo

2_livros Como se preparar para o exame LPI

É essencial que você leia o livro Certificação Linux para entender as coisas que são necessárias para passar no exame de certificação.

Este livro de estudo abrange os objetivos do exame de certificação LX0-103 e LX0-104.

4. Prepare-se com bons cursos

Há muitas coisas disponíveis on-line para a preparação desta certificação. Há  vídeos de treinamento estão disponíveis on-line,  bem como testes práticos online.

Se você quiser ter o Livro certificação Linux, mais 75 horas de vídeo aula, 28 exercícios para praticar em servidores virtuais e 499 questões de simulados para treinar, faça nosso curso preparatório por apenas 49,00.

“Nunca desista”

Desistir é a maior fraqueza. Se você quiser ter sucesso, tente até conseguir. Siga todas as dicas acima mencionadas e faça um plano de estudo apropriado que o ajudará a obter todo o sucesso.

Se você ainda tem dúvidas de que o Linux vai impulsionar sua carreira, leia nosso post sobre empregabilidade.

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5 Passos para Passar na Prova

Empregos em Linux estão em alta. Você pode ter acesso a 3.600 vagas de Linux.

A presença do Linux Professional Institute cresceu abundantemente no país e a procura pelas provas certificatórias também cresceu.

Isto é reflexo do crescimento do uso do sistema operacional Linux, e da percepção das pessoas em tornarem-se profissionais e serem bem pagas por isto.

Hoje o LPI conta com mais de 32.000 pessoas certificadas no mundo.

Captura-de-Tela-2018-09-28-às-20.25.37 5 Passos para Passar na Prova

1. Passo: ter força de vontade

Ter força de vontade vai além do simples querer. Envolve saber aquilo que se quer, pensar nos benefícios daquilo que se quer e avaliar os requisitos.

2) Passo: marcar a prova

Escolha um centro Pearson Vue próximo de você e marque a prova com uns três meses de antecedência.

3. Passo: comprar um bom livro

Escolha com carinho o livro. Se possível pegue um exemplar na livraria e leia algumas páginas.

Veja se o estilo de escrita do autor lhe agrada você. Isso é importante. Se você é prático, vai detestar ler um texto de alguém detalhista.

Se é detalhista, vai odiar ler um texto de uma pessoa concisa. Sim, o perfil importa.

Porque estudar já não é fácil e qualquer resistência ao meio vai dissipar sua força de vontade.

Então você precisa gostar do estilo do autor. De uma olhada no meu Livro, o Certificação Linux. 

Você pode ler o primeiro capítulo aqui.

4. Passo: fazer exercícios

O cérebro é um “músculo”. Quanto mais exercitado, mais forte e resistente ele fica.

5. Passo: fazer simulados

Este item é um complemento do anterior, mas é tão importante que resolvi separá-lo para que você dê mais atenção a ele.

Um simulado vai lhe dar uma idéia exata do tipo de questões das provas nas quais você vai deparar pelo caminho.

Há questões que são maldosamente formuladas para que você caia na vala do senso comum.

Gostou dessa dica ? Que tal se preparar de verdade e com objetividade ? Conheça nosso cursos preparatório para LPIC & CompTIA.

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Procura por empregos Linux em Alta

Procura por empregos Linux está em alta

Segundo pesquisas nos sites de Empregos, como Catho, Indeed, Vagas.com, Manager, as empresas então procurando profissionais com as seguintes habilidades:

Captura-de-Tela-2018-10-03-às-13.34.49 Procura por empregos Linux em Alta Procura por empregos Linux em Alta

O que os gerentes de RH estão procurando em funcionários em potencial? O Linux lidera os gráficos, com 80% dos empregadores classificando-os como uma habilidade de código aberto em demanda.

As tecnologias que mais afetam as decisões de contratação se alinham de perto com o que os gerentes procuram nos funcionários em potencial. A tecnologia número um que afeta uma decisão de contratação é a nuvem (cloud), seguida por contêineres (docker e kubernets). Os contêineres viram um aumento contínuo ano após ano no relatório OSSJobs, saltando de 27% em 2016 para 36% em 2017 e agora em 57% em 2018.

Essa tendência continuará em 2019? É claro que os empregadores estão pulando a bordo do trem de contêineres e que os funcionários que se destacarem nessa habilidade continuarão a ser procurados.

 Procura por empregos Linux em Alta

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Como ter HTTPS de graça

Habilite o HTTPS, o famoso cadeado, no seu site sem precisar pagar nada

Graças ao pessoal do Letsencrypt, hoje é possível emitir certificados SSL de graça para seu domínio.

Sim, você não precisa pagar mais uma fortuna por certificados SSL para ter o cadeado no seu domínio. E porque isso é importante? Bem, o Google está penalizando os sites que não tem SSL (HTTPS). E se você não está na primeira página do Google, bem, você está com sérios problemas.

Para facilitar mais ainda nosso trabalho, o pessoal do EFF (Eletronic Frontier Foudation) criou uma ferramenta em Python bastante simples de usar para emitir e configurar os certificados nos servidores APACHE e NGINX.

O primeiro passo é acessar o site https://certbot.eff.org/  e escolher o seu servidor WEB e o seu sistema operacional.

Captura-de-Tela-2018-10-03-às-13.11.45 Como ter HTTPS de graça

Dependendo do seu servidor Linux, o site vai te mostrar o passo-a-passo para fazer a instalação do software do certbot.

No meu caso, como uso o Nginx e o CentOS 6, a instalação é feita baixando um script do site:

Captura-de-Tela-2018-10-03-às-13.12.43 Como ter HTTPS de graça

Siga as instruções do site para fazer a instalação correta no seu sistema.

Uma vez instalado, execute o certbot. Se tudo der certo, ele vai ler a configuração do seu servidor Web, e listar os sites configurados. basta selecionar qual site você quer que ele gere e configure o certificado:

$ sudo ./certbot-auto

Which names would you like to activate HTTPS for?

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

1: www.carlacruz.com.br

2: carlacruz.com.br

– – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – – –

Select the appropriate numbers separated by commas and/or spaces, or leave input

blank to select all options shown (Enter ‘c’ to cancel): 1

Cert is due for renewal, auto-renewing…

Renewing an existing certificate

Performing the following challenges:

tls-sni-01 challenge for www.carlacruz.com.br

Waiting for verification…

Cleaning up challenges

Deploying Certificate to VirtualHost /etc/nginx/conf.d/www.carlacruz.com.br.443.conf

Pronto, SSL instalado com sucesso. E para renovar:

$ sudo ./certbot-auto renew

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Como saber se você está sendo atacado com Denial of Service?

Os ataques do tipo Denial of Service são difíceis de mitigar, uma vez que eles geralmente se passam por conexões normais e tráfego normal, mas de forma abundante, até que o servidor não tenha mais recursos para resolver as solicitações e o serviço ficar indisponível.

Uma das maneiras de você verificar se há conexões demais e de onde elas vem é com o comando netstat.

A maneira mais simples é listar as conexões com o comando netstat -an

$ netstat -an

Conexões Internet Ativas (servidores e estabelecidas)

Proto Recv-Q Send-Q Local Address               Foreign Address             State      

cp        0      0 0.0.0.0:11211               0.0.0.0:*                   OUÇA       

tcp        0      0 0.0.0.0:80                  0.0.0.0:*                   OUÇA       

tcp        0      0 0.0.0.0:22                  0.0.0.0:*                   OUÇA       

tcp        0      0 0.0.0.0:443                 0.0.0.0:*                   OUÇA       

tcp        0      0 127.0.0.1:11211             127.0.0.1:51898             ESTABELECIDA

tcp        0      0 127.0.0.1:11211             127.0.0.1:51570             ESTABELECIDA

tcp        0      0 127.0.0.1:11211             127.0.0.1:53800             ESTABELECIDA

tcp        0      0 127.0.0.1:53800             127.0.0.1:11211             ESTABELECIDA

tcp        0      0 127.0.0.1:11211             127.0.0.1:52002             ESTABELECIDA

Mas isso é difícil de contar, pois as conexões de ataque de negação de serviço são rápidas.

A opção viável, ainda com o comando netstat é:

$ netstat -ntu | grep ESTAB | awk ‘{print $5}’ | cut -d: -f1 | sort | uniq -c | sort -nr

     34 127.0.0.1

      1 50.31.164.148

      1 50.31.164.147

      1 50.31.164.146

      1 35.155.143.94

      1 10.8.0.6

Desta forma esse comando irá contar as conexões estabelecidas por endereço IP de origem.

Você também pode fazer uma alteração no comando acima, para listar por exemplo somente as conexões na porta 80:

netstat -lan|grep :80|awk {‘print $5’}|cut -d: -f 1|sort|uniq -c|sort -nk 1

      1 0.0.0.0

      1 169.254.169.254

      2 127.0.0.1

     64 149.56.180.254

Neste exemplo, esse servidor está sofrendo um ataque de SYN_SENT, vindo do ip 149.56.180.254 com 64 conexões, que pode ser confirmado através do netstat:

netstat -an|grep 149.56.180.254

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:38165        SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:5557         SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:3605         SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:18728        SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:35138        SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:23965        SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:41358        SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:44263        SYN_RECV    

tcp        0      0 172.30.1.187:80             149.56.180.254:52759        SYN_RECV   

Neste caso, podemos levantar uma regra de IPTABLES para fazer um DROP de todas conexões vindas deste endereço:

# iptables -I INPUT -s 149.56.180.254 -j DROP

Rodando o netstat novamente podemos observar que os pedidos de conexões SYN se foram:

# netstat -plan|grep :80|awk {‘print $5’}|cut -d: -f 1|sort|uniq -c|sort -nk 1

      1 0.0.0.0

      1 169.254.169.254

      2 127.0.0.1

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Porque aprender Linux?

O Linux está cada vez mais presente em grandes empresas e em áreas críticas de crescimento, especialmente em Cloud Computing.

As organizações empresariais têm identificado Linux como a plataforma dominante para a computação em nuvem (76% dos servidores).

Já na área de novas aplicações e serviços, mais de 75% das organizações relatam que adotaram Linux nos últimos dois anos.

A Linux Foundation tem visto a crescente demanda por profissionais e por matrículas em programas de formação para Linux nos últimos anos.

Também nota-se um aumento no número de usuários do mundo dos negócios que contribuem para a comunidade.

Isto porque o Linux é um sistema seguro e muito eficiente para várias empresas sem fins lucrativos, para o governo e para várias outras empresas.

Acompanhe no post de hoje e conheça algumas delas:

Eles usam Linux e você nem imaginava

 1 – NASA

A NASA precisa de um grande poder de processamento para fazer cálculos complexos, armazenar dados de forma segura e realizar pesquisas e experimentos.

Sim! A Nasa usa Linux em seus satélites, em seus robôs e em seus supercomputadores.

Quase todos os supercomputadores do mundo utilizam Linux. Supercomputadores também são usados para diversas coisas que afetam sua vida cotidiana, praticamente sem você perceber.

O número oficial é que quase 94% dos 500 maiores supercomputadores do mundo funcionam com Linux.

2 – CERN

A maior e mais cara máquina construída pelo homem, que tenta revelar os mistérios mais profundos e fundamentais da física usa o Scientific Linux.

Os processadores dos laboratórios do CERN processam mais de 15 petabytes por ano, a quantidade de dados usada para abastecer o LHC (Large Hadron Collider) em um ano. O Linux é muito eficiente nessas tarefas.

 3 – Os exércitos do mundo

Especificamente nos Estados Unidos, a frota de submarinos mais avançados no mundo utiliza Linux para controlar todos os sistemas de bordo.

Há também muitos outros projetos do exército americano que usam Linux, como drones e aeronaves.

4. A Bolsa de Valores de Nova York

150 bilhões em ações e títulos são negociados todos os dias na bolsa de valores mais ativa do planeta.

E para a sua surpresa, a Bolsa de valores de Nova York conta que o Linux em todas as suas operações, isto porque qualquer pequeno erro poderia significar uma perda de vários milhões de dólares.

5 – Os governos do mundo

Vários governos do mundo estão mudando seus sistemas operacionais para o Linux, pois não podem gastar milhões de dólares em licenças de outros softwares. A mudança de curso deve ser gradual.

No Brasil ele é usado principalmente para tarefas administrativas, ou seja, para servidores e PCs de usuários que trabalham no governo.

6 – O trem-bala japonês

É o sistema ferroviário mais pontual no mundo e usa Linux para todas as suas tarefas, desde a organização, controle do tempo e para tarefas administrativas.

A cada ano, o Shinkansen (trem-bala) transporta mais de 151 milhões de passageiros por ano, a uma velocidade máxima de 320 km/h.

7 – FAA

É a Federal Aviation Administration dos EUA. Eles devem monitorar todo o tráfego aéreo e executar muitas tarefas de apoio e administração da aviação americana.

Aqui especialistas e os sistemas de inteligência artificial são obrigados a executar cálculos e tomar decisões que podem afetar milhares de passageiros.

8 – Facebook

O Facebook também utiliza o Linux, especificamente para operar os dados dos seus mais de 1.00 milhões de usuários, utilizando uma versão modificada do CentOS 5.2.

9 – Google

A escolha foi simples para o Google: o preço mais baixo, o melhor desempenho e a capacidade de personalizar qualquer parte do sistema operacional.

O Google não só usa Linux em seus milhares de servidores de alto desempenho, mas também em PCs onde cada empregado pode personalizar o seu Linux como quiser.

10 Wikipedia

Mais de um milhão de itens que todo mundo usa para trabalhos escolares são montados em servidores Linux.

Milhares de visitantes por minuto e menos de 10 pessoas para gerenciar todos os trabalhos de manutenção. Você acha se poderia fazer isso com o Windows?

11 – Android

O Android presente em mais da metade dos celulares do mundo usam o Linux. Você sabia?

E então, ficou surpreso com a quantidade de potencias mundiais que adotaram o Linux? Conheça nossos cursos e seja mais um a entrar neste mundo!

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Mude a prioridade de processos no Linux

Você conhece o comando nice e renice ?

É possível alterar a prioridade de execução dos processos, através dos comandos nice e renice. Estes comandos são extremamente úteis em ambientes multiusuário, onde é preciso dar mais ou menos fatias de processamento aos diversos programas dos usuários, para manter um ambiente estável e organizado.

$ nice [-n ajuste_de_prioridade] [comando]

O comando nice ajusta o tempo disponível de CPU de um processo para mais ou para menos prioridade.

No inglês a palavra “nice” quer dizer “legal”. Se o ajuste de prioridade para um processo for um número positivo, quer dizer que ele está sendo mais legal com os outros programas diminuindo a sua prio­ridade.

Se o ajuste for um número negativo, quer dizer que o programa está sendo menos legal, aumentando a sua prioridade de execução e sobrando menos tempo de CPU para os outros programas.

O ajuste de prioridade possível vai do –20 (mais prioridade / menos legal) até o 19 (mais legal, menos prioridade).

Se não for passado nenhum valor de ajuste, o comando nice ajustará a prioridade para +10, diminuindo o tempo de execução do processo.

$ nice updatedb &

Neste exemplo o comando updatedb tem menos prioridade de execução.

$ nice –n –10 folha_pagamento

Neste exemplo o comando folha_pagamento será executado com mais prioridade.

O comando renice ajusta a prioridade de execução de processos que já estão rodando. Por padrão, o comando renice recebe como parâmetro o PID de um determinado processo. O ajuste de prioridade é um número inteiro que vai do –20 (maior prioridade) até o +20 (executar qualquer coisa antes deste processo).

As opções mais usuais são:

  • -p: Recebe um PID para alterar sua prioridade.
  • -u: Recebe um nome de usuário para alterar a prioridade de todos os processos deste usuário em execução.
  • -g: Recebe um nome de um grupo para alterar a prioridade de todos os processos pertencentes a este grupo.
  • Exemplo:

# renice -1 987 -u daemon root -p 32

Neste exemplo, o processo de número PID 987, PID 32 e todos os processos de que os usuários daemon e root são donos vão ter mais prio­ridade.

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Ta precisando de um firewall de verdade?

Aprenda a configurar o Firewall pfSense, um firewall robusto e gratuito

O mercado de Firewall é extremamente grande. Se você imaginar que toda empresa hoje tem uma conexão com a Internet, e que essa conexão precisa ser compartilhada com segurança, você pode utilizar o pfSense para dar consultorias e fazer instalações de Firewall, cobrando uma mensalidade para manutenção. Já pensou nisso ?

O uso de software opensource fica cada vez mais interessante para empresas que buscam uma oportunidade de trabalhar com plataformas baratas e de qualidade como o Linux. Encontrar um firewall livre que seja mais simples de usar e consiga proteger a rede de ameaças externas com eficácia pode ser fácil, e o pfSense veio provar isso.

Nesse post você vai entender um pouco mais o que é pfSense, como ele pode ser uma boa oportunidade para redes e quais são suas principais características e vantagens. Acompanhe!

O que é o pfSense? 

O pfSense é um software livre e gratuito com base no sistema operacional opensource FreeBSD que foi adaptado para trabalhar como um firewall ou até mesmo como roteador de redes, e funciona em sistemas Linux. Desde sua primeira versão em 2004, seu uso cresce bastante por ser um sistema que pode ser instalado em diversos tipos de hardware, atendendo às necessidades de diferentes negócios e por ter a capacidade de expansão através do uso de inúmeros pacotes que podem modelar o uso da rede.

Quais as principais características do pfSense?

O pfSense trabalha com a maioria dos recursos que firewalls tradicionais oferecem – como bloqueio e controle de acesso e monitoramento de tráfego – mas por ter código aberto ele não tem tantas limitações e pode ser modificado e melhorado. Mesmo sem conhecimento aprofundado de sistemas UNIX, usuários conseguem instalar e configurar o serviço sem grandes dificuldades. Outros recursos adicionais que o pfSense também oferece – como a configuração de VPN (Virtual Private Network), geração de chaves RSA, e monitoramento de tráfego – fazem dele uma boa opção na hora de escolher o serviço.

Entre as principais características e vantagens do pfSense podemos destacar:

Interface configurável

Ao invés de linhas de código, como normalmente é o caso de firewalls opensource, o pfSense oferece uma interface web fácil de usar que pode ser configurada pelo usuário.

Pacotes de expansão

Por trabalhar em código aberto, o pfSense possui uma infinita variedade de pacotes que permitem a expansão do sistema. Eles permitem diferentes tipos de acesso, relatórios detalhados da entrada e saída de dados, formas de exportar configurações, e muitas outras funcionalidades.

Liberdade de hardware

O pfSense permite a instalação em diferentes tipos de hardware, e não é comercializado junto a um equipamento específico como é comum em sistemas de firewall comerciais. Para ajudar na hora da instalação, o pfSense.org oferece um guia de hardware recomendado para as necessidades de cada negócio.

Tabela de estado com mais controle

A tabela de estado permite que usuários verifiquem o tráfego e as configurações das redes usadas. Firewalls tradicionais já permitem esse acesso, mas o pfSense consegue um controle muito maior sobre ela graças ao Packet Filtering do OpenBSD.

Relatórios de uso

Além da tabela de estado, é possível monitorar estatísticas como o estado do firewall, rendimento total e individual do sistema, tempos de resposta, utilização da CPU, e pacotes enviados e recebidos.

Aprenda como usar o pfSense

Para conseguir explorar as vantagens do software opensource do pfSense, é importante contar com uma certificação que ensine as melhores formas de usar a plataforma e como configurar funções específicas, como definir o balanceamento de carga multi-wan e definir as regras de NAT. Ter esse conhecimento pode ajudar técnicos a conseguirem oportunidades de emprego em grandes empresas que já trabalham com o pfSense internamente.

Quer aprender mais sobre pfSense? Conheça o curso da Certificação Linux!

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Benefícios da Certificação Linux

Veja os benefícios diretos da certificação LPI

1. Um ótimo meio de comprovar sua competência. Uma coisa é saber. A outra é comprovar. É por isto que a prova da
LPI exige muito do candidato, de forma que os aprovados são de fato capazes de operar um sistema Linux seja ele qual for.

2. Substituir uma possível falta de experiência. É muito comum nas entrevistas de emprego os candidatos serem preteridos por falta de experiência. Ainda mais para os recém-formados na área da computação. Mas uma certificação supre esta deficiência curricular com louvor.

3. Aprender o Linux de forma didática e objetiva. Se você já tentou aprender Linux mas desistiu, é porque tentou com o método errado. É preciso foco, disciplina e objetivos bem definidos.

4. Conseguir uma Promoção. A tão sonhada promoção só aparece para quem está bem preparado e para aquele que o chefe vê vontade e capacidade de crescimento. As empresas apostam sempre no potencial das pessoas e não no que a pessoa já fez. As empresas promovem olhando pra frente e não pelo espelho retrovisor.

5. Agregar valor ao seu cartão de visitas. Se você for um consultor de Informática, você irá agregar grande valor no seu cartão de visitas com uma certificação logo abaixo do seu nome. Pode apostar!

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